Ana Isabel Fonseca
JornalistaCristiana Melo
JornalistaSessão terminou
Elad afirma que "estava sempre dividido" com Paulo Malafaia
A procuradora coloca questões sobre a relação com o promotor imobiliário, Paulo Malafaia e o motivo pelo qual a certa altura Elad se tentou afastar.
“Eu estava sempre dividido sobre se ele estava a trabalhar comigo ou contra mim. A minha esposa não gostava dele e geralmente ela tem sempre razão, mas eu precisava dele. A certa altura eu pensei em fazer as coisas sozinho. Cheguei no projeto Riverside a ir à Câmara sozinho e pensei que me tinham respeitado também, pelo menos foi o que me prometeram”, diz
"Eu senti que era algo ilegal e não gostei": Empresário sobre a operação Vórtex
Elad Dror fala agora da operação Vórtex, processo de corrupção que está a ser julgado em Espinho. O empresário também tinha um projeto na cidade e terá sido transmitido que o projeto não deveria ser aprovado. Paulo Malafaia tinha também negócios nesse mesmo concelho. A procuradora questiona se alguma vez falaram em pagar alguma coisa.
“O que entendi que talvez pudesse ser resolvido. Eu senti que era algo ilegal e não gostei. Foi o Paulo que me disse isto”, afirma.
“Já agora neste processo Babel alguma vez o senhor Paulo Malafaia lhe disse que podiam ser resolvidas as coisas com dinheiro?”, pergunta a juíza.
“Nunca”, garante Elad.
"Malafaia tinha uma coleção de fotografias do vice": Fundador do Grupo Fortera confrontado com fotos de Patrocínio
A magistrada do Ministério Público confronta agora Elad com uma fotografia de Patrocínio Azevedo, com uma máscara cirúrgica. A imagem foi captada na altura da pandemia por Paulo Malafaia.
“Qual foi a razão para lhe enviar esta fotografia?”, questiona a procuradora.
“Se calhar queria mostrar-me que estava com ele. Não era nada em concreto, só para mostrar que estava com ele. O Paulo Malafaia tinha uma coleção de fotografias do vice, gostava de fotografar”, disse Elad, causando risos na sala. De recordar que já em outras audiências foram exibidas outras fotografias do vice-presidente da Câmara, também captadas por Paulo Malafaia e enviadas a outras pessoas.
"Há aquilo que o Malafaia disse e o que o vice disse": Elad sobre ter sido ponderado dar o nome de Souto Moura à praça
A procuradora questiona se a certa altura foi ponderado dar o nome do arquiteto à praça, onde ia nascer o centro de congressos.
“O Paulo Malafaia disse, e aqui é preciso enfatizar que há aquilo que o Paulo Malafaia disse e o que o vice disse. O vice disse muito pouco, se é que disse alguma coisa, mas o Paulo Malafaia disse que podia ser chamada de Praça Souto Moura”, afirma Elad, que diz que um projeto que a certa altura já era “horrível tornou-se desastroso”.
Elad nega favorecimento do grupo Fortera com contratação de arquiteto Souto Moura
“De que maneira chegaram ao índice de construção de 2? Como se passa de 1.2 para 2?”, questiona o juiz.
“O design desde o início implicava alargar o índice. Foram discussões com os técnicos, não foi pressão da Fortera. O aumento do índice foi para acomodar o projeto, não foi qualquer compensação”, afirma Elad, rejeitando assim a tese da acusação de que o grupo Fortera foi favorecido e compensado pelos custos da contratação de Souto Moura.
Elad defende que autarquia estava envolvida no projeto 'Skyline'
A procuradora questiona Elad Dror sobre a pressão que este diz que esteve sempre do lado da Câmara no projeto ‘Skyline’.
“A partir do momento em que surge o Souto Moura foi a Câmara que desenhou, apresentou e que definiu a capacidade e tudo isso”, diz Elad, dando conta de que a autarquia estava totalmente envolvida no projeto.
Sessão retomada
Sessão interrompe para almoço
"O que conseguiu para mim foram duas reuniões": Elad sobre ligação de Malafaia com a Câmara
“O que é que o senhor percepcionou que o arguido Paulo Malafaia conseguia junto da Câmara?”, questiona a procuradora.
“O que ele conseguiu para mim foram duas reuniões”, diz.
“Mas o que percebeu sobre as facilidades que tinha?”, continua a perguntar a magistrada.
“Percebi que ele tinha facilidade para marcar reuniões, não sei bem como talvez conhecesse alguém lá, tivesse um contacto. Ele conseguia marcar rapidamente e se fosse eu iria demorar sempre um, dois, três meses”, afirma.
Questionado sobre o que Malafaia disse sobre João Lopes, Elad diz que lhe foi transmitido que era alguém respeitado. “Disse que tinha boa relação com o vice-presidente”, conclui.
Elad recorda que Patrocínio Azevedo ficou "furioso" com alterações nas áreas de construção
O antigo diretor da Fortera está a explicar que a certa altura decidiram aumentar a área do hotel que seria construído e diminuir a do centro de congressos, algo que terá deixado Patrocínio Azevedo “furioso”. Elad volta a garantir que nunca foi beneficiado no aumento de qualquer índice de construção.
“Na nossa última reunião, em 2023, eu deixei claro que valor do terreno que supostamente a autarquia me estava a dar nunca me podia compensar pelo custo que iria ter”, afirma.
Malafaia negociava preço com Souta Moura porque Elad "não conhecia" o arquiteto
Elad lembra que o orçamento era de quase 1 milhão de euros para o centro de congressos e para o hotel, mas que se o custo aumentasse, também preço do Souto Moura podia aumentar. O juiz pergunta porque foi Paulo Malafaia a negociar o preço.
“Eu era quase um turista aqui, eu não o conhecia”, afirma.
"Diria que a imposição foi do presidente e não do vice-presidente”: Elad sobre a escolha de Souto Moura para a construção
Elad Dror começa a ser questionado sobre a escolha de Souto Moura para o ‘Skyline’. A acusação diz que foi uma imposição da Câmara e que em troca o grupo Fortera foi beneficiado.
“Quem se lembrou do nome de Souto Moura?”, pergunta a juíza.
“Esta é uma das muitas coisas que leio e que não consigo perceber, mas vou explicar a saga do Souto Moura?”, diz Elad, que recorda o que aconteceu.
“O Paulo Malafaia disse-me que a Câmara gostava de ter o Souto Moura, não ouvi isso do vice-presidente, nem do João Lopes. Sem querer desrespeitar, eu não gosto do trabalho do Souto Moura. O Paulo Malafaia disse que era um grande benefício ter o Souto Moura, que era o que a Câmara queria. Apesar de não gostar, eu concordei que podia ser uma boa ideia. O que não gostei é que passado pouco tempo já estava nas notícias que ia ser o Souto Moura a desenhar o projeto e quem disse isso foi o Presidente da Câmara. Então eu diria que a imposição foi do presidente e não do vice-presidente”, conclui Elad
Elad recorda discussão com Patrocínio sobre capacidade construtiva para o terreno do 'Skyline'
Elad fala agora sobre as questões relacionadas com o índice de construção do terreno onde iria nascer o ‘Skyline’. A acusação diz que este índice foi aumentado pela autarquia para que o grupo Fortera fosse favorecido.
“Esta discussão sobre benefícios, o que ganhamos, nós não fomos beneficiados. O meu foco nunca foi índice (de construção), mas sim transformar este projeto em algo interesse”, diz Elad.
“Como é que ia rentabilizar o negócio sem ser com o aumento do índice de construção?”
“O projeto era economicamente inviável. O centro de congressos tinha um custo de 10/12 milhões e passou para o custo de construção de 30 milhões. Como é que vou compensar isso? Com índice de construção. Nunca me prometeram, nem me deram maior capacidade construtiva de graça. Basicamente, a Câmara estava convencida de que íamos fazer dinheiro com o centro de congressos. Cheguei a ter uma grande discussão com o vice-presidente e disse-lhe: nunca me vais poder compensar o que vamos perder aqui. Ele disse-me: se achas que o centro de congressos não é lucrativo esquece tudo e fazemos jardim”, tenta explicar Elad.
"Nunca foi só o vice-presidente, ele era a cabeça": Elad Dror explica envolvimento de Patrocínio no projeto ‘Skyline’
Elad Dror explicou como foi comprado o terreno às construções Pereira e depois passou para o grupo Fortera o projeto do ‘Skyline’.
“Qual foi a intervenção do Dr. João Lopes?”, questiona a juíza.
“Ele esteve sempre nessas reuniões, com as Câmaras, com os técnicos. É importante dizer que o arguido Patrocínio nunca foi só vice-presidente, ele era a cabeça, o responsável do urbanismo. Estava sempre com as mãos no assunto no urbanismo, estava a par de tudo, ao contrário do Presidente que não sabia de nada”, afirma Elad.
“Alguma vez o vice-presidente prometeu dar celeridade?”, continua a perguntar a magistrada.
“Não. Ele na realidade disse só que iam criar uma task-force”
A juíza pergunta ainda se Paulo Malafaia prometeu vantagens por parte da Câmara Municipal.
“Ele disse que o projeto era importante para a Câmara, mais nada. Mas eu percebi que a Câmara ia tentar acelerar já que era o projeto mais importante. Aliás, o Presidente disse publicamente que o projeto ia começar num ano. A pressão sempre foi do lado deles, não nossa”, declara Elad, que dá ainda mais esclarecimentos.
“O João Lopes nunca me pediu dinheiro, eu nunca vi o contrato da Attic (empresa de Elad e Malafaia). O que eu sei é que o advogado tinha pedido 250 mil euros, ainda em representação da família”, diz.
"Eles perceberam bem a mensagem": Empresário revela que trouxe investidores que queriam trabalhar com a Câmara
O empresário israelita diz que começou a trazer investidores. “Eles perceberam bem a mensagem, que a Câmara queria trabalhar com eles, era esse o espírito. Para meter algum contexto : as Câmaras têm muito dinheiro, mas não têm dinheiro. Eu nunca tomei café, almocei ou jantei com o ‘vice’, nunca tive necessidade. Mas é este tipo de sentimento que faz os investidores escolherem Gaia em vez de Madrid ou Miami. Como se costuma dizer: as pessoas podem esquecer-se do que disseste, mas não de que como as fizeste sentir”, continua a dizer Elad, que está a responder às perguntas dos juízes em inglês, sendo acompanhado por um tradutor.
Antigo fundador do grupo Fortera garante não conhecer acordo entre João Lopes e Malafaia
Elad afirma que Paulo Malafaia disse que falavam em 5 milhões e que achou o valor elevado. “Depois falou que conseguia 4 milhões : 3,6 milhões para a família e o João Lopes queria 250 mil euros. Se houve algum acordo entre o Dr. João Lopes e o Paulo Malafaia eu não soube de nada”, diz
"Paulo Malafaia disse que tinha o negócio assegurado": Elad Dror sobre o projeto 'Skyline'
“O Paulo Malafaia disse que era importante apresentarmo-nos. Tivemos uma reunião na Gaiurb com o vice-presidente, também a engenheira Luísa Aparício. Fizemos o mesmo que já tínhamos feito em outros municípios, apresentamos o nosso portfólio. O que transmiti é que queria investir em Gaia, mas queria saber se a Câmara estava connosco, que não iam andar aqui a sofrer. E que a seguir a este projeto (do hotel Azul) iam seguir-se projetos de milhões”, contou Elad.
O antigo diretor do grupo Fortera diz que foi Patrocínio Azevedo, então vice-presidente, que lhe sugeriu olhar para o projeto ‘Skyline’ e a respetiva construção do centro de congressos.
“Depois falei com o Paulo Malafaia e ele disse que tinha o negócio assegurado, que conhece o advogado da família. Que este projeto era o projeto mais importante para o ‘vice’, queriam fazer um hotel, era importante para a cidade. Eu disse para ele verificar e ele foi ligar ao João Lopes, que era o advogado da família (proprietária do terreno)”, contou
Elad Dror afirma que Malafaia ofereceu ajuda na "relação com Gaia" e "na Câmara de Gaia”
Malafaia começou depois por tentar perceber o que Elad ia fazer em Gaia.
“O Paulo Malafaia disse que se precisasse de ajuda em Gaia podia ajudar”, recorda.
“Que tipo de ajuda o senhor Paulo Malafaia oferecia?”, pergunta a juíza.
“Falou em reuniões, disse que tudo o que precisares na relação com Gaia, na Câmara de Gaia”, afirma Elad
"Paulo Malafaia apareceu no meu escritório": Elad Dror explica como conheceu o promotor imobiliário
Elad recorda também como conheceu Paulo Malafaia.
“Em outubro de 2018 fui contacto por um investidor do projeto hotel Azul e começamos a fazer diligências sobre o terreno. Por essa altura o senhor Paulo Malafaia apareceu no meu escritório, disse que queria conhecer-me há muito tempo, que tinha muitos projetos, que até trabalhávamos com o mesmo arquiteto em Espinho. Mostrou-me também a sua experiência como investidor”, afirma
Elad Dror explica investimentos em Portugal feitos pelo grupo Fortera
“Quando fomos pela primeira vez a Gaia percebemos que não tinha uma entidade que gerisse os investimentos, que gerisse todo o trabalho.
Na última década recebemos contacto de presidentes, de vice-presidentes de outras autarquias”, afirma Elad Dror, que está a tentar explicar a forma como o grupo Fortera começou a tentar investir em Portugal
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