Barra Cofina

Correio da Manhã

Portugal
3

Mustafá vai para a cadeia anexa à PJ de Lisboa. Cabecilha da Juve Leo entregou-se na GNR

Membro da claque do Sporting vai aguardar julgamento em prisão preventiva.
Tânia Laranjo 17 de Maio de 2019 às 11:24
Mustafá à saída do tribunal do Barreiro
Mustafá
Mustafá chefia Juventude Leonina
Despacho do Tribunal da Relação determina que Mustafá vai aguardar julgamento em prisão preventiva
Mustafá à saída do tribunal do Barreiro
Mustafá
Mustafá chefia Juventude Leonina
Despacho do Tribunal da Relação determina que Mustafá vai aguardar julgamento em prisão preventiva
Mustafá à saída do tribunal do Barreiro
Mustafá
Mustafá chefia Juventude Leonina
Despacho do Tribunal da Relação determina que Mustafá vai aguardar julgamento em prisão preventiva

Mustafá, cabecilha da Juventude Leonina, já foi preso no processo relativo ao ataque de Alcochete, sabe o CM, e vai ficar na cadeia anexa da PJ de Lisboa. O membro da claque do Sporting entregou-se no posto da GNR da Charneca da Caparica, em Almada, chegando acompanhado pelos seus advogados.

O Tribunal da Relação deu provimento ao recurso do Ministério Público, pelo que as autoridades policiais tinham ordens para prender o arguido.

O Tribunal do Barreiro já tinha emitido mandados de captura contra Mustafá. O CM sabe que havia perigo iminente de fuga do País.

Os juizes desembargadores do Tribunal da Relação revogaram assim a decisão do juiz Carlos Delca que determinou que Nuno Mendes ficasse apenas com uma caução de 70 mil euros e com termo de identidade e residência, enquanto aguardava julgamento. 

O Tribunal da Relação considerou que o arguido deverá assim ficar em prisão preventiva - contrariamente a Bruno de Carvalho que permanece sob termo de identidade e residência -, uma vez que o cabecilha da Juve Leo está ainda acusado do crime de tráfico de droga, após ter sido feita uma apreensão de substâncias ilícitas na sede da claque leonina.

"Existem sérios perigos de continuação da atividade criminosa, de perturbação de inquérito, de fuga e de perturbação da ordem e tranquilidade públicas", pode ler-se no despacho que revoga a decisão do Tribunal do Barreiro.

Recorde-se que Nuno Mendes ainda não pagou a caução de 70 mil euros. O arguido do processo do ataque de Alcochete não explicou ao tribunal porque não o fez, nem sequer justificou com insuficiência económica a ausência do depósito.

Tribunal da Relação Alcochete
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)