Defesa de Armando Vara diz que condenação teve "função moralizadora" inaceitável

"Há uma convicção de que é preciso condenar determinado número de pessoas", salientou o advogado.
Por Lusa|01.02.17
  • partilhe
  • 0
  • +

O advogado do antigo ministro e ex-administrador do BCP Armando Vara, arguido no processo Face Oculta, defendeu hoje que o acórdão condenatório proferido pelo Tribunal de Aveiro teve uma "função moralizadora", algo "inaceitável".

O advogado Tiago Rodrigues Bastos, que falava na terceira sessão das alegações finais do julgamento dos recursos do Face Oculta que está a decorrer no Tribunal da Relação do Porto, referiu que o acórdão assume que as condenações são feitas no âmbito de um "exercício de moralização" da vida pública e de "constituírem um exemplo".

"Há uma convicção de que é preciso condenar determinado número de pessoas, há uma convicção de que é preciso ter factos para que isso aconteça, então dão-se como provados factos com base em indícios e perceções que não são aceitáveis no domínio de um processo", salientou.

pub

pub

Ver todos os comentários
Para comentar tem de ser utilizador registado, se já é faça
Caso ainda não o seja, clique no link e registe-se em 30 segundos. Participe, a sua opinião é importante!
Comentário mais votadoEscreva o seu comentário
  • De bruno0001.02.17
    DESFECHO: TUDO ABSOLVIDO
2 Comentários
  • De  Anónimo 01.02.17
    Não pretendo estA publicidade
    Responder
     
     0
    !
  • De bruno0001.02.17
    DESFECHO: TUDO ABSOLVIDO
    Responder
     
     0
    !