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Prisão preventiva para cinco membros do grupo extremista 1143

29 outros foram libertados e sujeitos a apresentações periódicas. Três ficam com termo de identidade e residência.

24 de janeiro de 2026 às 11:15

Cinco dos 37 detidos da Operação Irmandade contra o grupo extremista 1143 ficam em prisão preventiva. As medidas de coação foram conhecidas este sábado no Campus de Justiça.

Os restantes 32 arguidos foram libertados, 29 dos quais obrigados a apresentar-se semanalmente na esquadra (com 28 destes a ficarem proibidos de contactarem entre si), e três somente com termo de identidade e residência, indicou o tribunal em comunicado. Entre estes está o agente da PSP e o militar da GNR detidos na passada terça-feira e identificados como membros da organização neonazi.

O juiz encarregado do processo deu assim fundamento à argumentação do Ministério Público, que alegou o perigo de continuação da atividade criminosa, perturbação grave da tranquilidade e ordem públicas.

Os arguidos estão indiciados, em geral, da prática dos crimes de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, ameaça e coação agravados, ofensas à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.

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