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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Mata amante por ciúmes

Antigo taxista, de 47 anos, não aguentou ver Aurora com namorado. Assassinou-a à frente do filho de sete anos.

12 de setembro de 2014 às 00:35

"Ele não estava bem. Disse-me, há duas semanas, que se a sua mulher soubesse por onde ele andava, matava-o". Francisco Ferro não queria acreditar que o amigo António Correia, conhecido por ‘Toninho de Gouvinhas’, tinha assassinado Aurora Rocha, anteontem à noite, em Guiães, Vila Real. O antigo taxista, de 47 anos, não aguentou os ciúmes: há dois meses que a amante tinha um namorado. Saiu de casa decidido a matar e atirou sobre a vítima, à frente do filho dela.

O homicida – casado e pai de uma jovem universitária – é hoje ouvido no tribunal. Foi detido poucas horas depois do crime, em casa, para onde voltou normalmente depois de ter matado à queima-roupa, com uma caçadeira, Aurora – tratada na aldeia por ‘Orquídea’ – mãe de 4 filhos, dois deles menores. "Ela tinha a marca de um tiro debaixo do braço. Ficou estendida", comentou Joaquim Frederico, um dos primeiros a chegar ao local do crime. "O menino dizia que tinha visto uma carrinha à frente da casa e ouviu alguém a gritar. O rapaz não deixou a mãe vir à porta, mas ela abriu a janela e foi logo atingida", contou a mesma testemunha.

Apesar do pânico, Jorge, de sete anos, telefonou para uma tia, que vive em Lisboa, a pedir socorro. A irmã mais velha do menino tinha saído pouco antes de casa para tomar café. Quando chegou, ficou em choque.

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