page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Dirigente assassinado por guerra de subsídios

Líder de instituição concorrente terá contratado homicidas.

04 de junho de 2015 às 00:30

Uma disputa por utentes e pela atribuição de apoios esteve, em outubro do ano passado, na origem do homicídio a tiro de José Luís Jesus, presidente da associação Paz e Sorrir – de apoio a toxicodependentes e sem-abrigo –, em Lamelas, Santo Tirso. A acusação do Ministério Público dá conta de que o homem, de 48 anos, foi assassinado pelo líder de outra associação da mesma freguesia e com as mesmas valências.

Terá pago 1500 euros a dois homens, ambos utentes da associação de José Luís Jesus, para que o ajudassem a matar o seu rival. Estão todos agora acusados de homicídio qualificado, profanação de cadáver e roubo.

Apenas os dois utentes – Elisson, de 38 anos, e Alfredo, de 51 – estão na cadeia. Foi um deles que já preso revelou que o crime tinha sido planeado pelo líder da outra associação de Lamelas.

Queria atrair mais utentes para a sua instituição e assim receber mais apoios do Estado. O homem, arguido no processo, nega o envolvimento. A acusação diz que, a 6 de outubro do ano passado, os dois utentes da associação combinaram um encontro com José Luís na rua. Desferiram-lhe várias pancadas na cabeça com um taco de basebol e esfaquearam-no na barriga. Levaram-no de carro até ao Alto de Nossa Senhora da Assunção, onde terá surgido o líder da outra associação, que matou a vítima com um tiro no peito.

Atearam fogo ao carro, tendo o corpo da vítima ficado carbonizado. Elisson e Alfredo terão roubado o dinheiro de um peditório, que José tinha com ele.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8