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Correio da Manhã

Portugal
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Nove parquímetros da EMEL vandalizados em Telheiras

Equipamentos foram "todos repostos, estando a funcionar normalmente".
Lusa 12 de Fevereiro de 2019 às 16:18
Estacionamento, EMEL, Lucros, Resultados, parques
EMEL
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Nove parquímetros da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) foram vandalizados em três ruas de Telheiras, na freguesia do Lumiar, mas já foram esta terça-feira repostos, disse à Lusa fonte da empresa.

Segundo a EMEL, os nove parquímetros apareceram vandalizados na terça-feira, tendo sido esta terça-feira "todos repostos, estando a funcionar normalmente".

Os parquímetros estavam localizados nas ruas António Quadros e Professor Jorge Campinos, perto da Escola Básica de São Vicente, e na rua Mark Athias, próximo de uma artéria conhecida pela localização de várias esplanadas.

Segundo a EMEL, trata-se da primeira vez que os parquímetros localizados em Telheiras foram vandalizados, sendo que estavam instalados desde meados de janeiro.

No final de 2018, a Junta de Freguesia do Lumiar, através de um folheto que distribuiu, avisou que a entrada da EMEL "nos pontos mais críticos" de Telheiras surgia "na sequência de vários pedidos de muitos moradores".

"É uma medida necessária para melhorar a utilização do espaço público, evitando que os bairros se tornem meras zonas de estacionamento desligadas da sua vida própria, criando áreas reservadas aos moradores e assegurando acesso de estacionamento a quem vem ao comércio local", defendia, na altura, Pedro Delgado Alves, presidente da Junta.

Pelo seu lado, a EMEL destacou que, "com o ordenamento da Freguesia de São Domingos de Benfica, alguns dos carros que aí estacionavam mudaram-se para Telheiras, contribuindo para o aumento do estacionamento desordenado na Freguesia", pelo que o objetivo é "reduzir o número de carros que não são do bairro e libertar lugares para quem vive e trabalha em Telheiras".

Segundo a autarquia, são mais de 3.300 lugares disponibilizados para moradores, comerciantes e visitantes, que podem ter acesso aos lugares através dos dísticos de estacionamento.

Por cada habitação podem ser atribuídos até três dísticos para a zona de residência, renováveis anualmente, e para uma segunda zona contígua à escolha.

O primeiro dístico por agregado está sujeito ao pagamento anual de 12 euros de emolumentos, o segundo dístico por agregado custa 30 euros anuais e o terceiro 120 euros por ano.

Para as empresas, o dístico custa 25 euros mensais, mais 12 euros anuais de emolumentos e permite estacionar na zona correspondente à da atividade.
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