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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Pais pedem 182 mil euros ao homicida do filho

Francisco Moita, de 26 anos, matou Rui Lopes, de 22, à porta de um bar em Valpaços.

04 de dezembro de 2018 às 01:30

Começa a ser julgado no próximo dia 10, em Vila Real, o homem acusado de balear mortalmente um jovem de 22 anos à porta do bar Urban Life, em Valpaços, na madrugada de 15 de abril último.

Francisco Moita, de 26 anos, feriu a tiro mais dois homens, de 35 e 42 anos, e disparou na direção de outro, de 21, ainda dentro do bar, que conseguiu escapar. Responde por crimes de homicídio qualificado, um consumado e três tentados, detenção de arma proibida e dano agravado. Os pais da vítima mortal, Rui Lopes, pedem 182 mil euros de indemnização.

Segundo a acusação, o homicida e o cunhado, um menor de 15 anos, provocaram desacatos no bar e, nesse primeiro momento, Francisco disparou três tiros, atingindo dois homens. Rui Lopes e um amigo tentaram pôr cobro à situação e este último consegue desarmá-lo. Viu- -se, porém, obrigado a devolver a pistola assim que chegaram mais colegas do arguido.

O homicida e o familiar entraram, então, no carro e começaram a andar em marcha lenta. "Vou-te matar", gritou o menor para Rui Lopes. Contudo, seria o arguido a conseguir chamar a vítima até ao automóvel.

Quando Rui se abeirou da janela, Francisco Moita disparou quatro vezes. A seguir, fez inversão de marcha e entregou a arma ao adolescente, que fez uso da mesma e destruiu montras e carros - não responde no processo por ser menor.

Francisco Moita esteve um mês fugido. Foi capturado na Figueira da Foz e está preso.

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