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Correio da Manhã

Portugal

“Parem de tratar as mulheres como jarros que se partem”

Francisca de Magalhães Barros, vítima de violência doméstica, expôs mais quatro quadros na galeria de arte do Casino Estoril.
24 de Janeiro de 2018 às 09:15
Pintora Francisca de Magalhães Barros
Pintora Francisca de Magalhães Barros
Pintora Francisca de Magalhães Barros
Pintora Francisca de Magalhães Barros
Pintora Francisca de Magalhães Barros
Pintora Francisca de Magalhães Barros
A pintora Francisca de Magalhães Barros, 27 anos, vítima de violência doméstica e ativista do combate ao flagelo, expôs mais quatro quadros na galeria de arte do Casino Estoril, a que chamou ‘Mulheres: As flores de Lisboa’, numa altura em que já foram mortas três mulheres em apenas três semanas do ano.

"Enquanto o direito mais básico de uma mulher não for respeitado – a liberdade –, a minha luta continuará para promover a proteção de todas as vítimas".

"Nestas obras usei flores tipicamente portuguesas, como o girassol, a margarida e o lírio. Tentei dar à natureza e ao relevo da cor grande importância, para demonstrar a força e a beleza das mulheres. É altura de parar de tratá-las como jarros, facilmente partidos, e tratá-las como as flores na sua plena inserção na natureza", diz.
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