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PJ extradita suspeito de burla com notas falsas

O homem fez-se passar por diplomata e levou vítimas a entregar dinheiro e bens. Presente a juiz, ficou em prisão preventiva.

16 de abril de 2026 às 12:38

 Um homem senegalês, de 59 anos, foi extraditado para Portugal, pela Polícia Judiciária (PJ), por suspeitas do crime de burla qualificada, conhecida como "euros negros ou marcados". 

Os factos remontam a janeiro e junho de 2022 e foram praticados quando o homem estava em liberdade condicional após praticar crimes semelhantes. O homem fez-se passar por diplomata de um país africano, aliciando as vítimas a dar-lhe bens e dinheiro. O montante terá chegado aos 57 mil euros. Em troca, as vítimas receberiam maços de notas de 50 euros, marcadas, e que deveriam ser limpas com uma solução à base de lixívia. 

Quando as vítimas lavavam as notas, as marcas não saíam e apercebiam-se então que as notas eram falsas.

Segundo a PJ, o homem sabia ser procurado pelas autoridades portuguesas e estava fugido desde 2022. Foi detido pelas autoridades senegalesas após um mandado de detenção internacional.

Depois de ser extraditado, o homem já foi presente a tribunal e ficou sujeito a prisão preventiva.

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