page view

Polícia Municipal da Figueira da Foz deverá ter 16 elementos

Custos anuais para um efetivo de 16 polícias municipais é de cerca de meio milhão de euros.

08 de janeiro de 2026 às 14:45

A Câmara da Figueira da Foz, no litoral do distrito de Coimbra, aprovou esta quinta-feira a proposta de discussão pública do regulamento e funcionamento do corpo da Polícia Municipal, que, inicialmente, terá um efetivo de 16 elementos.

"Nesta primeira fase, estamos a propor 16 elementos, podendo depois variar conforme as necessidades, que vai permitir ter em permanência dois ou três elementos quase 24 horas por dia", explicou aos jornalistas o vereador Manuel Domingues.

O autarca, que falava no final da sessão de Câmara desta quinta-feira de manhã, disse que os custos anuais para um efetivo de 16 polícias municipais é de cerca de meio milhão de euros.

Além dos custos de funcionamento, o município da Figueira da Foz vai ter de investir em instalações, na frota automóvel, fardamentos e formação, cujo investimento inicial será muito superior a um milhão de euros, de acordo com Manuel Domingues.

A proposta do projeto de regulamento, que contou com duas abstenções dos vereadores do PS, vai estar em consulta pública durante um período de 30 dias.

Conforme decorrer o processo, que ainda vai ter de voltar à Câmara e depois à Assembleia Municipal, antes de ser enviado para o Ministério da Administração Interna, existe a possibilidade de a Polícia Municipal ainda entrar em atividade durante este ano.

De qualquer forma, o município pretende ter concluído até ao final do ano todo o processo e o recrutamento.

Em novembro de 2025, o presidente da Câmara da Figueira da Foz adiantou ainda que aquela força de segurança deverá ser instalada junto ao quartel dos Bombeiros Sapadores, no futuro Centro Municipal de Proteção Civil.

Na altura, Pedro Santana Lopes disse que a criação da polícia municipal, prevista há cerca de duas décadas, em nada desmerece o trabalho da PSP e da GNR, que "têm sido impecáveis na resposta".

"Há cerca de 20 anos demos início a este projeto, porque já na altura fazia sentido e por carência de efetivos das forças de segurança na zona urbana para assegurar a resposta devida aos problemas, como o trânsito, ocupação de espaço público e questões urbanísticas", sustentou.

Nesse momento, admitiu que o efetivo pudesse atingir os 25 elementos.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8