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Artigo exclusivo

Procurador condenado a seis anos de cadeia

Orlando Figueira foi punido com prisão efetiva e vai apresentar queixa contra os juízes.

08 de dezembro de 2018 às 01:30

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Operação Fizz, escutas, procurador, proteção policial, Orlando Figueira, ameaças, morte
Operação Fizz, escutas, procurador, proteção policial, Orlando Figueira, ameaças, morte Pedro Catarino
Proença de Carvalho no julgamento da Operação Fizz
Proença de Carvalho no julgamento da Operação Fizz David Martins
 Orlando Figueira
Orlando Figueira Pedro Simões
Orlando Figueira assinou um contrato com a empresa Primagest
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O procurador Orlando Figueira foi ontem condenado a seis anos e oito meses de prisão efetiva pelo Tribunal Criminal de Lisboa por se ter deixado subornar pelo ex- -vice-presidente de Angola Manuel Vicente, no âmbito do processo Fizz. "Estou estupefacto", afirmou à saída. O magistrado, condenado por corrupção, branqueamento de capitais e falsificação de documentos, fica ainda proibido de regressar à magistratura durante cinco anos. Vai recorrer da decisão e apresentar uma queixa-crime contra o coletivo de juízes por denegação de justiça.

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