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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

“Só perguntava se ia ficar feia”

Bombeiro impressionado com coragem da menina de três anos queimada com álcool.

26 de julho de 2010 às 00:30

Habituado a lidar com situações de extrema gravidade na Bélgica, onde é bombeiro voluntário, Ricardo Martins ficou impressionado com a coragem e lucidez da menina de três anos que sofreu queimaduras de terceiro grau, com álcool, no sábado à tarde, em Valença do Douro, Tabuaço. 

'Dizia que tinha muitas dores na cara e perguntava se ia ficar feia, mas conseguiu manter-se calma e sempre colaborante connosco', contou ontem ao CM o emigrante. Ricardo Martins foi uma das primeiras pessoas a chegar à casa onde se deu o acidente. Os moradores estavam a assar chouriço com álcool, num assador. A garrafa derreteu-se e o líquido em chama espalhou-se pela mesa, atingindo a menina e uma mulher, de 60 anos. Uma tia da criança sofreu ferimentos numa mão quando a tentou socorrer.

A menor foi quem ficou em pior estado. 'Tinha a cara totalmente queimada, grande parte do pescoço, o peito e os braços', recorda Ricardo, explicando que a colocaram numa banheira, debaixo de água fria corrente, até chegarem os bombeiros. Foi transportada de helicóptero para o Hospital D. Estefânia, em Lisboa, onde ficou internada. Os pais foram ontem visitá-la e, segundo a avó, Esmeraldina Conceição, 'está livre de perigo'.

A sexagenária ficou no Hospital de Vila Real, com queimaduras na face, pescoço, braços e pernas.

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