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André Ventura diz que "não faz sentido fazer uma campanha normal" perante a situação de calamidade

Candidato presidencial do Chega esteve numa ação de promoção de recolha de bens em Espinho.

Atualizado a 30 de janeiro de 2026 às 12:56
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André Ventura diz que 'não faz sentido fazer uma campanha normal' perante a situação de calamidade

Numa altura em que várias zonas do país estão sob estado de calamidade devido aos efeitos da depressão Kristin, André Ventura, em campanha para a segunda volta das Presidenciais, considerou que "não faz sentido fazer uma campanha normal" face à situação atual. Em Espinho, o líder do Chega esteve numa ação de promoção de recolha de bens, dizendo que a sua intenção é "estar ao lado das pessoas".

Reafirmando as críticas à atuação do poder político, esta sexta-feira Ventura disse, contudo, que a sua prioridade agora passa por "conseguir ajudar" as populações mais afetadas. O candidato, que ontem esteve em Leiria, disse ter ficado "com a impressão de que há zonas muito piores" em termos de danos. "Gostava de ir às zonas mais rurais, ver a devastação e ver onde é que podemos ajudar".

O candidato presidencial acrescentou ainda que "há uma parte do país que ainda não se apercebeu da devastação destas áreas", e afirmou esperar que a sua visibilidade na campanha e o trabalho da comunicação social possam ajudar a iluminar a dimensão dos estragos.

Questionado mais uma vez sobre as acusações de aproveitamento político, Ventura rejeitou essa leitura e, recuperando as declarações de uma idosa que o interpelou na quinta-feira a perguntar se trazia comida para as populações afetadas, considerou que esse é "um risco" que corre enquanto "político diferente".

"Quem se expõe a riscos, às vezes ouve criticas. As pessoas querem dizer-nos coisas", afirmou, reiterando contudo que o importante é dizer às populações que "não estão sozinhas", e apelando a que os candidatos presidenciais usem do seu estatuto para ajudar a dar resposta onde o Governo até agora não chegou. "Nem eu nem António José Seguro somos os candidatos do Governo, por isso se podemos fazer alguma coisa, façamos", afirmou.

Publicada originalmente a 30 de janeiro de 2026 às 12:26

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