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PJ restitui ao México três objetos pré-hispânicos fruto de tráfico internacional

PJ indica que se trata "da primeira restituição de património arqueológico pré-hispânico de Portugal ao México".

12 de fevereiro de 2026 às 13:10

A Polícia Judiciária (PJ) vai entregar oficialmente às autoridades mexicanas, na quinta-feira, três peças pré-hispânicas que foram detetadas em Portugal como fruto de tráfico internacional de bens patrimoniais.

Em comunicado esta quinta-feira divulgado, a PJ indica que se trata "da primeira restituição de património arqueológico pré-hispânico de Portugal ao México, reflexo da colaboração institucional e do compromisso partilhado na luta contra o tráfico ilícito de bens culturais".

As peças são "uma figura feminina da cultura do Ocidente do México, vinculada a rituais de fertilidade; um vaso policromo maia do período Clássico; e uma urna zapoteca que representa o deus Cocijo".

"A sua recuperação pela Polícia Judiciária facilita a reconstrução de contextos sociais e religiosos fundamentais para a história do México", acrescentou aquela força policial, que remeteu esclarecimentos adicionais para uma conferência de imprensa na quinta-feira.

O México foi um de seis países, em conjunto com Portugal, que assinaram em 2017 uma convenção do Conselho da Europa contra a destruição de bens culturais e o tráfico ilícito de antiguidades, com o objetivo de combater o financiamento de atividades terroristas.

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