Número de recuperados volta a subir com mais 169 casos livres de Covid-19.
O número de mortos por coronavírus voltou a aumentar em Portugal esta segunda-feira, fixando-se agora nos 1175, mais 12 que ontem, uma subida de 1,03%. O número de pessoas recuperadas aumentou para 3182, mais 169 do que na terça-feira, o que representa uma subida de 5,3%.
O número total de casos confirmados com covid-19 é 28132, mais 219 comparativamente a ontem, uma subida de 0,8%. Neste momento, há 2686 pacientes a aguardar resultado laboratorial, menos 33 que esta terça-feira.
Há 692 pessoas internadas (menos 17 que ontem) nos hospitais. 103 doentes encontram-se nos cuidados intensivos (menos 10 que na segunda-feira).
A recuperar em casa estão 23.083 pessoas.
A região Norte é a que regista o maior número de mortos (667), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (257), do Centro (221), do Algarve (14), dos Açores (15) e do Alentejo, que regista um caso, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de terça-feira, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.
Segundo os dados da Direção-Geral da Saúde, 602 vítimas mortais são mulheres e 573 são homens.
Das mortes registadas, 788 tinham mais de 80 anos, 232 tinham entre os 70 e os 79 anos, 104 tinham entre os 60 e 69 anos, 38 entre e 50 e 59, 12 entre os 40 e os 49 e um dos doentes tinha entre 20 e 29 anos.
Os dados da DGS precisam que o concelho de Lisboa é o que regista o maior número de casos de infeção pelo novo coronavírus (1.811), seguido por Vila Nova de Gaia (1.461), Porto (1.306) Matosinhos (1.217), Braga (1.153), Gondomar (1.050), Maia (909), Sintra (790) Valongo (737), Guimarães (666), Ovar (636), Coimbra (561) e Loures (559).
Desde o dia 01 de janeiro, registaram-se 282.961 casos suspeitos, dos quais 2.686 aguardam resultado dos testes.
A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 16.112, seguida pela região de Lisboa e Vale do Tejo, com 7.647, da região Centro, com 3.559, do Algarve (351) e do Alentejo (238).
Os Açores registam 135 casos de covid-19 e a Madeira contabiliza 90 casos confirmados, de acordo com o boletim hoje divulgado.
A DGS regista também 27.054 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde.
Do total de infetados, 16.524 são mulheres e 11.608 homens.
A faixa etária mais afetada pela doença é a dos 50 aos 59 anos (4.746), seguida da faixa dos 40 aos 49 anos (4.728) e das pessoas com mais de 80 anos (4.270 casos).
Há ainda 4.072 doentes com idades entre 30 e 39 anos, 3.411 entre os 20 e os 29 anos, 3.167 entre os 60 e 69 anos e 2.382 com idades entre 70 e 79 anos.
A DGS regista também 484 casos de crianças até aos nove anos e 872 de jovens com idades entre os 10 e os 19 anos.
Segundo o relatório diário da situação epidemiológica em Portugal, 177 casos resultam da importação do vírus de Espanha, 137 de França e 88 do Reino Unido. Há ainda centenas de casos importados de dezenas de outros países.
De acordo com a DGS, 42% dos doentes positivos ao novo coronavírus apresentam como sintomas tosse, 30% febre, 21% dores musculares, 20% cefaleia, 15% fraqueza generalizada e 12% dificuldade respiratória. Esta informação refere-se a 89% dos casos confirmados.
250 testes por dia nas prisões
Na habitual conferência de imprensa da DGS no Ministério da Saúde, António Lacerda Sales, secretário de Estado da Saúde anunciou que estão a ser realizados cerca de 250 testes por dias nas prisões e que o inquérito serológico nacional, que visa testar uma amostra da população para testar a percentagem de imunidade dos portugueses, já está a ser posto em prática em conjunto com a rede nacional de hospitais.
Creches: regras impostas servirão para reduzir o risco de contágio
Questionada sobre o regresso às creches, cujas medidas ficaram a ser conhecidas esta quarta-feira, Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, garante que as regras impostas servirão para reduzir o risco de contágio, numa altura em que estamos a retomar uma "nova normalidade". Os rastreios a profissionais das creches estão a ser feitos, e até à data, não há casos positivos.
Doentes não Covid-19 devem recorrer às urgências
António Lacerda Sales voltou a apelar aos doentes, nomeadamente oncológicos, que recorram aos serviços de urgência quando necessário, de modo a evitar situações mais catastróficas.
A cirurgia oncológica registou menos 2.500 operações entre janeiro e abril, face a período igual no ano passado, revelou o secretário de Estado da Saúde, acrescentando que em sentido inverso a cirurgia muito prioritária aumentou 7%.
"Comparando o dia 01 de janeiro até são dia 30 de abril de 2020 [com o mesmo período em 2019] podemos dizer que temos cerca de menos de 2.500 doentes operados, o que em cirurgia oncológica, neste caso, corresponde a menos 15%. Esta redução foi essencialmente à custa de cirurgia com prioridade normal", disse o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, na conferência de imprensa diária de atualização da pandemia de covid-19 em Portugal.
O governante, que respondeu a uma questão dos jornalistas sobre queixas de doentes que dizem ter dificuldade na marcação de exames de gastroenterologia, disse que em sentido contrário aumentaram as cirurgias muito prioritárias.
"Em relação a períodos homólogos houve em casos de cirurgia muito prioritária um aumento de 7% o que é consentâneo porque fazendo menos em cirurgia com prioridade normal, se fez um pouco mais em cirurgia com muita prioridade", disse o governante.
Sobre a questão das queixas para exames de gastroenterologia, António Lacerda Sales disse não ter "dados precisos sobre endoscopias e colonoscopias", mas disse ter conhecimento de que a "radioterapia reduziu cerca de 10%".
658 profissionais de saúde já recuperaram da doença
Em dados acumulados, há cerca de 3183 profissionais de saúde infetados com coronavírus, entre eles 477 médicos, 838 enfermeiros, 774 assistentes operacionais, 152 assistentes técnicos e 107 técnicos de terapêutica. 658 pessoas já recuperaram da doença.
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