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Há mais 16 mortes por coronavírus em Portugal nas últimas 24 horas

Número de pessoas infetadas por Covid-19 subiu 540 para um total de 25045.

30 de abril de 2020 às 13:01

Portugal regista esta quinta-feira 989 mortos associados à covid-19, mais 16 do que na quarta-feira, e 25.045 infetados (mais 540), indica o boletim epidemiológico divulgado esta quinta-feira pela Direção Geral da Saúde.

Comparando com os dados de quarta-feira, em que se registavam 973 mortos, esta quinta-feira constatou-se um aumento de óbitos de 1,6%.

Relativamente ao número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus (25.045), os dados da DGS revelam que há mais 540 casos do que na quarta-feira, representando uma subida de 2,2%.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (566), seguida da região Centro (198), de Lisboa e Vale do Tejo (199), do Algarve (13), dos Açores (12) e do Alentejo que regista um caso, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de quarta-feira.

Das mortes registadas, 668 tinham mais de 80 anos, 195 tinham entre os 70 e os 79 anos, 87 entre os 60 e 69 anos, 29 entre 50 e 59, e dez entre os 40 e os 49.

Do total das pessoas infetadas, a grande maioria está a recuperar em casa, totalizando 21.569 (mais 487).

Os dados indicam que 968 estão internados, menos 12 do que na quarta-feira (-1,2%), e 172 estão em Unidades de Cuidados Intensivos, mais três, o que representa um aumento de 1,8%.

Os dados da DGS precisam que o concelho de Lisboa é o que regista o maior número de casos de infeção pelo coronavírus (1.465), seguido por Vila Nova de Gaia (1.374), Porto (1.219), Braga (1.063), Matosinhos (1.127), Gondomar (1.000), Maia (863), Valongo (724), Sintra (586), Guimarães (583), Ovar (557) e Coimbra, com 408 casos.

Desde o dia 01 de janeiro, registaram-se 247.685 casos suspeitos, dos quais 3.794 aguardam resultado dos testes.

Há 218.846 casos em que o resultado dos testes foi negativo, refere a DGS, adiantando que o número de doentes recuperados aumentou para 1.519 (eram 1.470).

A região Norte continua a registar o maior número de infeções, totalizando 15.090, seguida pela região de Lisboa e Vale do Tejo, com 5.815, da região Centro, com 3.389, do Algarve (331) e do Alentejo (207).

Os Açores registam 127 casos de covid-19 e a Madeira 86.

A DGS regista também 29.467 contactos em vigilância pelas autoridades de Saúde.

Do total de infetados, 14.815 são mulheres e 10.230 homens.

A faixa etária mais afetada pela doença é a dos 50 aos 59 anos (4.253), seguida da faixa dos 40 aos 49 anos (4.208) e das pessoas com mais de 80 anos (3.918 casos).

Há ainda 3.488 doentes com idades entre 30 e 39 anos, 2.919 entre os 60 e 69 anos, 2.892 entre os 20 e os 29 anos e 2.217 com idades entre 70 e 79 anos.

A DGS regista ainda 402 casos de crianças até aos nove anos e 748 de jovens com idades entre os 10 e os 19 anos.

Segundo o relatório da Direção-Geral da Saúde, 171 casos resultam da importação do vírus de Espanha, 137 de França e 88 do Reino Unido. Há ainda centenas de casos importados de dezenas de outros países.

De acordo com o boletim, 50% dos doentes positivos ao novo coronavírus apresentam como sintomas tosse, 36% febre, 25% dores musculares, 23% cefaleia, 19% fraqueza generalizada e 15% dificuldade respiratória. Esta informação refere-se a 85% dos casos confirmados.

A pandemia de covid-19 já infetou em todo o mundo quase 3,2 milhões de pessoas e provocou mais de 227 mil mortos.

Cerca de 908 mil doentes foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, na cidade chinesa de Wuhan.

Uma criança com quadro "semelhante" a doença inflamatória de outros países

Portugal regista um caso de uma criança com uma "situação semelhante" e "quadro clínico parecido" à doença inflamatória grave associada à covid-19 que tem sido reportada noutros países, revelou esta quinta-feira a diretora-geral da Saúde.

"Há uma situação que configura um quadro clínico pelo menos parecido ao que tem sido reportado, o que é absolutamente normal. Trata-se de uma situação semelhante. Não dispomos ainda de uma avaliação completa que permita aferir se se trata de um caso da doença inflamatória grave que afeta crianças", disse Graça Freitas, questionada pela Lusa, na conferência de imprensa diária para fazer o balanço epidemiológico da covid-19 em Portugal.

Na quarta-feira, a diretora-geral da Saúde disse que até esse dia não tinha sido registado nenhum caso em Portugal.

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