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Correio da Manhã

Sociedade
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Analisada a pegada ecológica de seis cidades

Consumo de produtos alimentares é o que mais contribui para os custos ambientais.
Edgar Nascimento e Catarina Cardeta 5 de Novembro de 2018 às 09:49
Almada
Almada FOTO: Bruno Colaço

Em média, cada residente de Almada precisou de 4,08 hectares globais de área bioprodutiva (área de terra e mar) para suportar o seu estilo de vida em 2016; já Vila Nova de Gaia representa 2,9% da pegada nacional. Estes são os dois concelhos com maior pegada ecológica, calculada em duas escalas, das seis cidades (acresce Bragança, Castelo Branco, Guimarães e Lagoa) que integraram um projeto promovido pela associação ZERO, a Global Footprint Network e a Universidade de Aveiro.

Lagoa é o concelho mais ‘verde’, com um valor mais baixo per capita (3,25 hectares). No que diz respeito à biocapacidade (área real disponível), Castelo Branco é o que mais contribui para o total português (0,9%).

O estudo revela que o consumo de alimentos é o que mais contribui para a pegada ecológica. O dia da sobrecarga em Portugal – em que esgotamos os recursos gerados pela biocapacidade do Planeta – é 2 de junho. Se toda a população mundial tivesse em média o valor da pegada nacional, seriam precisos 2,3 planetas Terra.





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