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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Compasso entra em 1,5 milhões de casas na Páscoa

Amanhã saem das igrejas 10 mil cruzes, seguidas do Compasso Pascal, que levam a mensagem da ressurreição de Cristo.

20 de abril de 2019 às 09:19

Estima-se que amanhã, Domingo de Páscoa (em algumas terras na segunda e noutras no domingo de Pascoela), saiam das igrejas de todo o País cerca de dez mil cruzes, seguidas do Compasso Pascal, levando a mensagem da ressurreição de Cristo a cerca de um milhão e meio de casas.

Os bispos, por orientação da Conferência Episcopal, têm apelado aos párocos para que se empenhem na realização do compasso, de forma a que a Cruz entre no maior número possível de habitações, fazendo, assim, com que a tradição ganhe "novo ânimo".

Só que, ao contrário do que acontecia há quatro ou cinco décadas, já serão menos de dois mil os compassos que contarão com a participação de um padre. A esmagadora maioria será presidida por um leigo ou, na melhor das hipóteses, por um seminarista.

Como os padres têm em média três freguesias e como em cada freguesia, excetuando as mais pequenas, andam sempre duas ou mais cruzes, por norma o padre só visita a casa dos paroquianos na Páscoa de seis em seis anos.

Cada cruz, nas aldeias, visita 100 a 150 casas. Nas cidades, onde se percorre menos caminho, mas se sobem mais escadas, ou elevadores, chegam a entrar em 200 a 300 apartamentos.

As ruas e as entradas das casas apresentam-se, sobretudo nas zonas rurais, enfeitadas com verdura e cobertas com tapetes de flores e plantas aromáticas. Sobre a mesa da sala é colocado um crucifixo, ladeado por castiçais e jarras com flores, juntamente com as ofertas e os bolos, frutos, queijos e pão de ló.

"Aleluia, aleluia, Cristo ressuscitou, aleluia", diz o sacerdote (ou quem o represente), enquanto asperge água benta e o mordomo dá a cruz a beijar. Depois, há lanche e um copo para matar a sede. É assim em muitas aldeias.

Nas cidades, beija-se a cruz e deseja-se boa Páscoa, mas sem comes e bebes.

Muitos turistas foram até às praias algarvias apesar do tempo chuvoso

O tempo esteve chuvoso, ao longo de todo o dia de ontem, no Algarve. Mas isso não impediu que muitos turistas no sul do País, a aproveitarem as férias da Páscoa, fossem até aos areais da região.

Alguns fizeram mesmo um verdadeiro dia de praia, em calções de banho e com mergulhos no mar - em especial durante a manhã, período em que houve menos nuvens.

Na Páscoa, muitos portugueses mas também espanhóis procuram o Algarve. Este ano, mais uma vez, a Polícia Nacional espanhola enviou elementos à região para auxiliarem a PSP no policiamento.

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