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Correio da Manhã

Sociedade
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Docentes ameaçam com greves e protestos em 2019

Fenprof prepara “calendário de greves” e anuncia grande manifestação para o 2º período.
Bernardo Esteves 16 de Dezembro de 2018 às 01:30
Mário Nogueira avisa o Governo de que “ainda há tempo para garantir que o final de ano possa ser tranquilo”
Mário Nogueira, da Fenprof
Mário Nogueira
Mário Nogueira, da Fenprof
Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof.
Mário Nogueira avisa o Governo de que “ainda há tempo para garantir que o final de ano possa ser tranquilo”
Mário Nogueira, da Fenprof
Mário Nogueira
Mário Nogueira, da Fenprof
Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof.
Mário Nogueira avisa o Governo de que “ainda há tempo para garantir que o final de ano possa ser tranquilo”
Mário Nogueira, da Fenprof
Mário Nogueira
Mário Nogueira, da Fenprof
Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) reuniu este sábado o Conselho Nacional e anunciou que se o Governo continuar a recusar a devolução de todo o tempo de serviço avançará em 2019 com um "calendário de greves".

As ações concretas e as datas serão acertadas com as restantes organizações sindicais, havendo apenas a certeza de que os protestos decorrerão neste ano letivo.

Ainda no 2º período, que decorre entre 3 de janeiro e 5 de abril de 2019, a Fenprof pretende realizar uma grande manifestação nacional.

"O Conselho Nacional da Fenprof proclamou 2019 como ano de luta dos professores. Não vamos desistir de recuperar todo o tempo de serviço", anunciou Mário Nogueira, frisando que "na segunda metade da legislatura o Governo agravou a linha de confronto com os professores".

"Ainda há tempo para garantir que o final de ano possa ser tranquilo, mas se o Governo não quiser não será", disse.

Os sindicatos foram convocadas pelo Ministério da Educação para a negociação suplementar na terça-feira. "Já deixámos claro que esta negociação é relativa ao Orçamento de 2018. Vamos apresentar uma proposta de recuperação de todo o tempo", anunciou Nogueira.

Questionado sobre o financiamento de greves por crowdfunding, como fazem os enfermeiros, mostrou-se pouco entusiasta. "Não concordo nem discordo, mas não é assim que nós fazemos a luta. Gostamos de ser sérios e transparentes."
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