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Greve de professores visa a progressão nas carreiras

Ministro da Educação foi hoje internado.

14 de novembro de 2017 às 19:04

A greve de professores marcada para esta quarta-feira visa a progressão na carreira que terá por consequência um reforço da carga salarial.

Descongelar a carreira para todos os professores devolvendo as progressões perdidas nos últimos sete anos e actualizando integralmente os salários, custaria ao Estado 600 milhões de euros.

É tanto quanto o valor que o Governo pretende gastar com o descongelamento das carreiras de toda a Função Pública em 2018 e 2019.

De acordo com a proposta do Orçamento do Estado  o Governo pretende descongelar de uma forma faseada 263 milhões de euros para os professores, até 2021.

No próximo ano está prevista a entrega de 90 milhões de euros em salários aos professores.

Para além desta verba há ainda 20 milhões de euros referente a progressões de sete mil professores e mais três milhões relativos à vinculação extraordinária de 3500 professores a partir de setembro.

Há também mais 14 mil professores que deveram subir de escalão, com o consequente aumento salarial na ordem dos duzentos euros. Medida que terá também reflexos no orçamento para o próximo ano.

Alterações que as principais estruturas sindicais consideram insuficientes e que levam à manutenção da greve decorridas durante esta terça-feira reuniões no ministério da Educação. 

Recorde-se que o ministro da Educação vai faltar à audição parlamentar de discussão na especialidade do Orçamento do Estado, prevista para quarta-feira, na sequência do internamento hospitalar de Tiago Brandão Rodrigues por tempo ainda indeterminado.

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