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Figueiró dos Vinhos tem em curso levantamento de prejuízos em casas, empresas e agricultura

Levantamento está a ser dividido por três áreas: agricultura e floresta, empresas e indústrias, e habitações.

05 de fevereiro de 2026 às 15:14

A Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos informou esta quinta-feira que tem a decorrer, em três locais distintos, o levantamento de danos e prejuízos que a depressão Kristin provocou em habitações, empresas e agricultura do concelho.

"O levantamento de danos e prejuízos está a ser feito em três locais distintos, divididos por áreas: agricultura e floresta, empresas e indústrias, e habitações", explicou o presidente da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, Carlos Lopes.

Na FICAPE - Cooperativa Agrícola do Norte do Distrito de Leiria estão a ser registados todos os prejuízos relacionados com explorações agrícolas e floresta, de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

No Centro Investe está a ser feito o levantamento de danos e perdas das atividades económicas, de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.

O terceiro ponto funciona nos Bombeiros Voluntários, para ser feito o levantamento de danos em habitações.

"Devemos chegar às mil habitações afetadas. Estamos a fazer um esforço enorme no sentido de procurar minimizar essas situações e procurar chegar a todo o lado", afirmou.

A Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, no distrito de Leiria, solicitou aos munícipes e agentes económicos afetados para se deslocarem ao local correspondente à sua situação, "permitindo um registo rigoroso e completo dos prejuízos verificados".

"Este levantamento é essencial para o acesso a medidas de apoio e para a recuperação do concelho, pelo que a colaboração de todos é fundamental", sublinhou.

Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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