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Futurália arranca quarta-feira com novo evento paralelo dedicado à transição digital

Feira é visitada todos os anos por milhares de jovens que pretendem ingressar no ensino superior.

10 de março de 2026 às 20:27

A 17.ª edição da maior feira de educação e formação arranca na quarta-feira, em Lisboa, com centenas de opções de cursos superiores e formações, e a estreia de um evento paralelo dedicado à transição digital no ensino.

A Futurália, visitada todos os anos por milhares de jovens que pretendem ingressar no ensino superior ou à procura de outras opções formação, vai decorrer até sábado na Feira Internacional de Lisboa (FIL), no Parque das Nações, em Lisboa.

Com dois pavilhões dedicados ao ensino superior, profissional e no estrangeiro, e um terceiro pavilhão dedicado ao emprego e empregabilidade, mestrados, pós-graduações e formação executiva, a 17.ª edição vai contar com perto de 400 entidades, desde instituições de ensino superior, empresas e academias de formação.

Na inauguração, deverá estar presente o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, que participa também na primeira conferência do novo evento paralelo da feira, dedicado à transição digital no ensino.

O TECH_EDU, que decorre entre os dias 11 e 13 de março, será, segundo a organização, uma espécie de "ponto de encontro entre empresas tecnológicas, 'startups', escolas, instituições de ensino superior e decisores políticos".

Durante três dias, realizam-se conferências e painéis com especialistas nacionais e internacionais, decisores políticos e académicos, 'workshops' e formações dirigidas a docentes e demonstrações tecnológicas.

O evento começa na quarta-feira com uma conferência sob o mote "Educar e Aprender na Era da Inteligência Artificial", em que participam diretores escolares, reitores e representantes de empresas tecnológicas.

Em comunicado, a organização sublinha que o objetivo é impulsionar a inovação e responder aos desafios da transformação digital na educação, num "momento crucial" para a adaptação das instituições à inteligência digital, às novas plataformas digitais e ao desenvolvimento das competências do futuro.

As formações, gratuitas e certificadas, incidem sobre temas como a inteligência artificial generativa, inovação de práticas pedagógicas, avaliação digital e ensino híbrido.

"A inteligência artificial, neste momento, é o presente. Já não se pode dizer que é o futuro, é o presente e isso vai marcar completamente os professores, a educação, a formação", sublinhou Maria João Arruda, gestora dos eventos.

Em declarações à Lusa, Maria João Arruda acrescenta que os desafios da inteligência artificial atravessam o ensino desde o 1.º ciclo ao ensino superior, e alunos demonstram maior à vontade com estes temas do que os próprios professores.

"Queremos que, em três dias, saiam daqui professores com alguma formação nessa área e com uma mentalidade um bocadinho diferente ao que é que é a inteligência artificial e como é que pode ajudar", adianta.

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