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Correio da Manhã

Sociedade
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Presidente da Raríssimas apresenta demissão

Paula Brito e Costa fala em "cabala muito bem montada".
12 de Dezembro de 2017 às 15:30
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
Paula Brito e Costa, ex-presidente da associação sem fins lucrativos Raríssimas
A presidente da Associação de Deficiências Mentais e Raras (Raríssimas) apresentou, esta terça-feira, a demissão. 

Paula Brito e Costa confessou ao jornal Expresso que tomou a decisão por sentir que a sua presença "já está a afetar a instituição". "Esta é uma cabala muito bem feita", disse, garantindo que "presa só" está às suas "convicções". 

"Deixo à justiça o que é da justiça, aos homens o que é dos homens e ao meu país uma das maiores obras mas, mesmo assim, vou sair", afirmou. 

A até aqui presidente da Raríssimas explica ao jornal que tentou uma suspensão temporária, o que esbarrou nos estatutos das IPSS. "Pedi-lhe (ao ministro) a suspensão temporária de funções enquanto estivessem a decorrer as investigações, porque temos 300 meninos por dia na Raríssimas de quem é preciso cuidar. Esta opção foi estudada pelo gabinete, mas não existe a figura da suspensão temporária no quadro das IPSS e, portanto, saio".

Paula Brito e Cunha sai no mesmo dia em que a Inspeção da Segurança Social entrou na associação para avaliar as contas. Paula Brito e Cunha diz ter "pena" de não estar presente para justificar as despesas "fatura a fatura". 


A dirigente sai de cena três dias depois de uma investigação da TVI sobre a gestão da associação Raríssimas - Associação Nacional de Doenças Mentais e Raras, financiada por subsídios do Estado e donativos.

A investigação mostra documentos que colocam em causa a gestão da instituição de solidariedade social, nomeadamente da sua presidente, Paula Brito e Costa, que alegadamente terá usado o dinheiro em compra de vestidos e vários gastos pessoais. O marido e o filho são também funcionários da instituição, tendo Paula Brito e Cunha sido filmada a designar o filho como "o herdeiro da parada", apontando para a sua sucessão.



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