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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Recém-nascido retirado à mãe no hospital de Matosinhos

Decisão da CPCJ tomada 6 dias depois de o bebé nascer.

27 de fevereiro de 2017 às 10:13

Sónia Castro, de 23 anos, viu ser-lhe retirado o filho ainda na maternidade do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos. A jovem não se conforma com a decisão da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Matosinhos e vai avançar para o tribunal.

"Disseram-lhe que não sabia mudar uma fralda, que estava apática e que não tinha competência para cuidar do bebé", explica ao CM o advogado Aníbal Pinto. Ao defensor Sónia disse que, apesar de um parto complicado e recuperação dolorosa, nunca deixou de cuidar do filho e que pediu ajuda quando percebeu que o seu leite não era suficiente. No entanto, ao terceiro dia, o bebé adoeceu. "Como é possível um recém- -nascido ficar desidratado num hospital?", questiona o advogado. Seis dias após o parto, Sónia recebeu alta e foi informada que tinha de ir à CPCJ. "Diz-se enganada e coagida porque foi obrigada a assinar a declaração para institucionalização. Não lhe disseram que tinha direito a um advogado", critica, estranhando ainda que o pai do bebé não tenha sido ouvido.

Ontem, por ser domingo, não foi possível uma reação da CPCJ de Matosinhos.

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