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Funcionários da residência real escolhida para André ameaçam com greve: "Ele é visto como um pária"

O irmão do rei Carlos III abandonou o Royal Lodge após divulgação de novos dados que o ligam a Jeffrey Epstein.

05 de fevereiro de 2026 às 15:26

A presença de André Mountbatten-Windsor em Sandringham já está a gerar forte tensão nos bastidores. Segundo avançou o jornal 'The Sun', vários funcionários da realeza estarão a ameaçar avançar para uma greve devido ao incómodo provocado pela estadia do irmão do rei Carlos III na propriedade.

O ex-príncipe André, que perdeu os títulos e privilégios reais na sequência do seu envolvimento no escândalo associado a Jeffrey Epstein, encontra-se atualmente alojado em Sandringham, depois de ter saído a meia da noite desta segunda-feira do Royal Lodge, nos terrenos do Palácio de Windsor. De acordo com a imprensa britânica, o ex-duque estará temporariamente instalado no chalé Wood Farm, devendo mudar-se em abril para Marsh Farm, assim que as obras de renovação estejam concluídas.

No entanto, a sua presença não está a ser bem recebida. Fontes citadas pela referida publicação garantem que existe já "uma longa lista" de funcionários que se recusam a prestar qualquer tipo de serviço a André. "Foram informados de que não são obrigados a servi-lo nem a trabalhar para ele se se sentirem desconfortáveis. Há muitas pessoas a dizer 'não, obrigado'. Existe compreensivelmente muito descontentamento, porque agora ele é visto como um completo pária", revelou.

"Existe o medo de que, quando ele se instalar em Wood Farm, enquanto Marsh Farm está a ser renovada, nunca mais consigam tirá-lo de lá", acrescentou a mesma fonte.

A polémica surge numa altura em que a imagem de André volta a ser fortemente abalada pela divulgação de novos documentos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos relacionados com a investigação à rede criminosa de Jeffrey Epstein. Entre os materiais tornados públicos está uma fotografia perturbadora, na qual André surge ajoelhado sobre uma mulher deitada e imóvel, cuja identidade foi protegida pelas autoridades. Também veio à luz um e-mail perturbador enviado a Epstein, em dezembro de 2010, no qual o ex-príncipe escreveu: "Quem me dera ainda ser um animal de estimação na sua família!".

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