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Seria possível evitar o incêndio que matou tanta gente?

Especialistas explicam como o fogo do Pedrógão cresceu tão depressa. Vítimas terão desfalecido antes de chegarem as chamas.
Por José Carlos Marques|18.06.17
O rasto de morte e destruição que o fogo deixou em Pedrógão Grande
Tudo o que podia correr mal, correu mal. Termómetros acima dos 40 graus, instabilidade atmosférica, uma tempestade seca com vários raios a cair em árvores, ventos instáveis a soprar forte.

A tragédia de Pedrógão Grande resulta de uma combinação de fatores que dificilmente poderiam ser contrariados pela ação humana.

Paulo Fernandes, engenheiro florestal e especialista em comportamento do fogo diz ao CM que as condições que se verificaram este sábado na zona do Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos reuniram todas as condições para um incêndio repentino. Com muitas agravantes. Pelo menos 47 das mais de 60 vítimas ficaram encurraldas na estrada nacional 236, que liga Figueiró dos Vinhos a Castanheira de Pera. Caíram numa armadilha mortal.



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  • De  Anónimo 19.06.17
    Se a margem de segurança em relação às casas, de terreno que tem de ser livre de floresta e mato, é de 50 metros. <br/>Esta margem também se aplica a estrada, principalmente a Estradas Nacionais. <br/>Se para cada lado da EN 236 houvesse uma margem de 50 metros de terreno liberto, esta gente toda estaria viva
2 Comentários
  • De Manuel19.06.17
    Seria possível combater o incêndio com muito mais eficácia e alertar as populações em tempo útil, e ajudá-las, se as Forças Armadas fossem envolvidas na guerra contra o incêndio!
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  • De  Anónimo 19.06.17
    Se a margem de segurança em relação às casas, de terreno que tem de ser livre de floresta e mato, é de 50 metros.
    Esta margem também se aplica a estrada, principalmente a Estradas Nacionais.
    Se para cada lado da EN 236 houvesse uma margem de 50 metros de terreno liberto, esta gente toda estaria viva
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