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Capital do calçado recebe poesia à mesa todos os anos

No circuito do turismo industrial poderá assistir ao que faz rodar as engrenagens do motor de São João da Madeira.
Por Patrícia Lima Leitão|14.03.18
Nem só de chapéus e calçado vive são joão da madeira, apesar de serem estes os grandes impulsionadores da cidade. Que o digam a poesia, a arte e a criatividade, que deixam a descoberto as histórias de quem por lá fez e ainda faz vida.

Comece a viagem pelo que faz rodar as engrenagens do motor de São João da Madeira, o Circuito do Turismo Industrial. As portas de nove empresas, quatro instituições e três museus estão abertas para que lhes possa conhecer os bastidores. Poderá assistir à laboração das empresas ou reviver atividades de outros tempos. Foi em inícios do século XX que a então vila começou a afirmar-se como um polo incontornável do mapa empresarial português. De uma antiga fábrica de chapéus nasceu o Museu da Chapelaria (um dos pontos do Circuito).

Recue no tempo até uma época em que ninguém saía à rua sem chapéu, numa homenagem aos homens e mulheres que fizeram da indústria chapeleira uma marca do concelho. De lá saíram chapéus para muitos filmes de Hollywood. Na recuperada Torre da Oliva, onde funcionava uma fábrica de máquinas de costura, há um centro de acolhimento aos turistas, que faz a gestão e a organização das visitas. A partir daí poderá passear pelos espaços onde se produz o calçado que é ainda hoje em dia exportado para todo o Mundo. O Museu do Calçado aderiu ao Circuito. Não estranhará, depois da visita, quando lhe disserem que São João da Madeira é a Capital do Calçado, com o lema ‘Labor - Cidade do Trabalho’.



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