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Correio da Manhã

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Grupo extremista filipino decapita pescador sequestrado

Abu Sayyaf pediram resgate de 57 mil euros, mas montante não foi pago.
Lusa 17 de Abril de 2017 às 06:02
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf
Autoridades das Filipinas combatem o grupo extremista Abu Sayyaf

O grupo extremista filipino Abu Sayyaf decapitou um pescador que tinha sequestrado, informaram esta segunda-feira fontes militares, pouco depois de a organização perder um dos líderes num conflito com o exército.

Noel Besconde, capitão de um barco de pesca filipino que tinha sido sequestrado em dezembro no Mar de Celebes, foi decapitado na passada quinta-feira no sul do país por membros do grupo rebelde, disse o porta-voz do exército, Ray Tiongson.

Os extremistas cortaram a cabeça da vítima e gravaram um vídeo a que as Forças Armas das Filipinas tiveram acesso.

O Abu Sayyaf tinha pedido um resgate de três milhões de pesos (57 mil euros) em troca da libertação, mas o montante não foi pago, de acordo com o exército.

A nova execução acontece depois de o exército ter matado um dos líderes do grupo, Abu Rami, durante um confronto armado na ilha de Bohol, no centro do arquipélago filipino, considerado um duro golpe contra os extremistas.

Ainda assim, as Forças Armadas não acreditam que a decapitação do pescador tenha sido uma represália e destacaram que foi feita "com pressa", segundo Cirilito Sobejana, líder do Corpo Especial do Exercito em Jolo, bastião do Abu Sayyaf no sul do país.

Sobejana disse à imprensa local que o sequestrado estava "muito doente" e a "atrasar os movimentos" da guerrilha, num momento em que os soldados estão a intensificar as operações antiterroristas.

A organização extremista fundada em 1991 na ilha de Basilan (sul) sequestrou nos últimos anos dezenas de pessoas nas águas do sudoeste das Filipinas e no nordeste da Malásia para exigir resgates, com os quais se financia.

O grupo decapitou em fevereiro um refém alemão depois de não ter recebido o resgate, e mantém em seu poder mais três dezenas de reféns, incluindo cerca de 20 estrangeiros.

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