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Correio da Manhã

Cultura
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Crato quer 100 mil pessoas na festa

Recinto do artesanato e da gastronomia abre hoje. Amanhã arrancam os concertos.
Ana Maria Ribeiro 28 de Agosto de 2018 às 01:30
Richie Campbell é o nome mais aguardado no primeiro dia do festival
Richie Campbell é cabeça de cartaz
O cantor de reggae português Richie Campbell
Richie Campbell andará os próximos meses em digressão com o novo álbum
Músico português protagoniza concerto de fim de ano no Casino Lisboa
Richie Campbell é o nome mais aguardado no primeiro dia do festival
Richie Campbell é cabeça de cartaz
O cantor de reggae português Richie Campbell
Richie Campbell andará os próximos meses em digressão com o novo álbum
Músico português protagoniza concerto de fim de ano no Casino Lisboa
Richie Campbell é o nome mais aguardado no primeiro dia do festival
Richie Campbell é cabeça de cartaz
O cantor de reggae português Richie Campbell
Richie Campbell andará os próximos meses em digressão com o novo álbum
Músico português protagoniza concerto de fim de ano no Casino Lisboa
Richie Campbell é o cabeça de cartaz do primeiro dia do Festival do Crato, que arranca esta quarta-feira, mas desde domingo que a vila do distrito de Portalegre está cheia e já não se encontram quartos disponíveis nos hotéis.

Este ano, a câmara municipal, organizadora do evento, decidiu alargar o recinto, para "dar mais condições a quem visita o Crato por estes dias" e, também, "para aumentar a segurança das pessoas".

E os bilhetes estão a vender tão bem que o presidente da câmara, Joaquim Diogo, acredita que o Festival do Crato chegará, este ano, aos 100 mil visitantes.

Isto somando quem vai para ouvir música e quem frequenta Feira de Artesanato e Gastronomia, evento paralelo de entrada livre que abre hoje. "Acho que tivemos a felicidade de construir um cartaz equilibrado e que todos os dias do festival têm pontos de interesse", diz Joaquim Diogo.

De um orçamento de "cerca de 450 mil euros" para o festival e mais "100 mil para a feira", o autarca garante que 75% é recuperado, quer em receitas quer através de patrocínios. Mas sublinha que as vantagens destes eventos transcendem estes números.

"Acredito que por cada euro que investimos temos um retorno de 3 euros para a economia direta e indireta", conclui Joaquim Diogo.
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