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Obras custam milhões

Direção-Geral do Património Cultural já assinou 151 contratos.

23 de novembro de 2015 às 08:48

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) já gastou, desde o início deste ano, quase 5 milhões de euros em contratos para a aquisição de bens móveis, serviços ou empreitadas de obras públicas (cerca de 4 milhões, a que se somam 900 mil euros em IVA). As contas foram feitas pelo CM a partir dos registos na base de contratos públicos.

No total, esta entidade pública celebrou até ao momento 151 contratos, na sua maioria por ajuste direto. O acordo de maior valor (mais de 328 mil euros) foi assinado em outubro com a EDP e diz respeito ao fornecimento de energia elétrica para a DGPC. Já a aquisição de diversos serviços de limpeza, em março, custou mais de 295 mil euros.

O Convento de Cristo, em Tomar, foi o monumento alvo da intervenção mais avultada. Pela recuperação das fachadas norte daquele espaço, a DGCP pagou cerca de 245 mil euros. De resto, foram várias as empreitadas que tiveram lugar no Convento de Cristo ao longo deste ano. A remodelação das coberturas do edifício antigo do Museu Nacional dos Coches também implicou um forte investimento do Estado (mais de 221 mil euros).

Referência ainda para a reinstalação dos serviços de restauro das áreas de papel e mobiliário, arquivo e biblioteca do laboratório José de Figueiredo, em Lisboa, que custou mais de 169 mil euros, e para a recuperação de coberturas do Museu Monográfico de Conímbriga, com um investimento de 132 mil euros.

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