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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

Sol chegou a tempo do Primavera Sound

Chuva ainda ameaçou no primeiro dia, mas a música quente de Dino D’Santiago parece ter afastado as nuvens.

07 de junho de 2019 às 01:30

Quando se abriram esta quinta-feira as portas do NOS Primavera Sound, no Porto, o sol foi um dos primeiros a querer entrar. Esperou pelos ritmos africanos e inaugurais de Dino d’Santiago para roubar o lugar à chuva que parecia persistir.

Os céus abriram-se e os festivaleiros aterraram na famosa encosta verde. Além de um encontro musical, o festival é um berço de amizades.

"Estava a beber um copo na Baixa quando conheci o Bruno. Viemos os dois de Lisboa de propósito para o festival mas não nos conhecíamos. Agora decidimos vir para aqui juntos", disse Bruno Isidoro, de 23 anos, que vem ao festival pela segunda vez com a mulher e os filhos. As gabardines que envergavam "com estilo" foram rapidamente guardadas.

"Vim para ver principalmente Rosalía. Mas eu adoro festivais, faço imensas viagens de carro para ir a festivais noutros países", disse por sua vez o amigo, Bruno Fidalgo.

No NOS Primavera Sound os festivaleiros vêm de longe para agarrarem "oportunidades únicas". Rute, Sofia e João são de Leiria e chegaram com um objetivo comum: ver o rapper Tommy Cash. "Trabalhamos hoje mas não o podíamos perder porque é uma oportunidade única ele estar cá", disse João Reis, de 23 anos.

"Além do Tommy, vim cá pela primeira vez pela fama da vibe do festival, que tem muito mais envolvência com a natureza", esclareceu Sofia Costa.

O dia de hoje tem como atrações principais J Balvin, Interpol ou James Blake.

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