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Artigo exclusivo

Benfica quer julgamento do caso dos e-mails em Lisboa

Francisco J. Marques, Diogo Faria e Júlio Magalhães respondem por crimes de violação de correspondência e ofensa à pessoa coletiva.

06 de março de 2021 às 01:30

Em causa estão os sucessivos programas naquele canal de televisão, em que foram divulgados emails dos encarnados. A acusação diz que muitos dos conteúdos foram manipulados e que serviam uma estratégia montada pelos azuis-e-brancos, para criar a convicção de que tinham provas de que os rivais eram corruptos.

O FC Porto contesta e diz que não foram cometidos crimes. Quando à violação da correspondência argumenta que os emails já tinham sido abertos, portanto não houve qualquer ilícito criminal. Depois, desenvolvem uma teoria que já explanaram em inquérito - e que não foi validada pelo Ministério Público - de que Francisco J. Marques deveria ser equiparado a jornalista. Falam do percurso profissional do atual diretor de comunicação dos azuis-e-brancos em vários órgãos de comunicação social e garantem que a divulgação foi feita a coberto do interesse público. Ignoram o facto de não ter sido feito o contraditório e os emails terem sido divulgados num espaço televisivo onde apenas se encontravam a comentadores afetos ao FC Porto.

Advogados contestam

O Benfica alega que os emails foram de facto roubados do servidor do clube, o que significa que o crime foi cometido em Lisboa e não no Norte do País. O recurso foi assinado pelos advogados Rui Patrício, João Medeiros e Paulo Saragoça da Matta.

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