page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Bolsas europeias em alta pendentes da inflação final da zona euro de novembro

Taxa homóloga deve situar-se em 2,2% e a subjacente em 2,4%.

17 de dezembro de 2025 às 09:49

As principais bolsas europeias estavam esta quarta-feira em alta, pendentes da leitura final de novembro do IPC (inflação) da zona euro, cuja taxa homóloga deve situar-se em 2,2% e a subjacente em 2,4%.

Cerca das 09h25 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a avançar 0,34% para 581,80 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt subiam 1,31%, 0,12% e 0,26%, enquanto as de Madrid e Milão se valorizavam 0,25% e 0,49%, respetivamente.

A bolsa de Lisboa mantinha a tendência da abertura e negociava em alta, com o principal índice, PSI, a subir 0,58% para 8.108,51 pontos, contra um novo máximo desde janeiro de 2010, de 8.484,01 pontos, em 05 de novembro.

A confirmarem-se os valores de novembro da inflação da zona euro, com uma taxa homóloga de 2,2% e a subjacente de 2,4%, os mesmos são considerados pelo Banco Central Europeu (BCE) estarem numa "zona de conforto". O BCE iniciou esta quarta-feira a reunião de política monetária e anuncia na quinta-feira a decisão sobre as taxas de juro, com o mercado a antecipar uma manutenção.

Na Ásia, a bolsa de Tóquio fechou esta quarta-feira mista, num dia marcado pela cautela dos investidores antes da reunião de política monetária de dois dias do Banco do Japão (BoJ), que começa na quinta-feira, e pelas expectativas de que a entidade suba os juros pela primeira vez desde janeiro.

Por sua vez, o índice de referência da bolsa de Xangai ganhou 1,19%, o da de Shenzhen registou uma subida de 2,4% e o Hang Seng de Hong Kong também subia 0,84% pouco antes do final da sessão.

A bolsa de Wall Street fechou na terça-feira em baixa, depois do anúncio de que o desemprego nos EUA subiu em novembro para 4,6%, o número mais alto em quatro anos.

Na terça-feira, o Nasdaq, índice de cotadas de alta tecnologia, fechou a subir 0,23% para 23.111,46 pontos, contra o novo máximo de sempre, de 23.958,47 pontos, verificado em 29 de outubro.

O Dow Jones terminou a cair 0,62% para 48.114,26 pontos, contra o novo máximo desde que foi criado em 1896, de 48.704,01 pontos, verificado em 11 de dezembro.

Outro foco de atenção do mercado será a reunião do Banco da Inglaterra também na quinta-feira e o mercado espera que a entidade corte a taxa diretora em 25 pontos base.

O Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, para entrega em fevereiro de 2026, está a subir, mas para 59,64 dólares, contra 58,92 dólares na sessão anterior.

O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava esta quarta-feira em alta, com a onça a ser negociada a 4.315,53 dólares, contra 4.303,68 dólares na terça-feira e o atual máximo de sempre, de 4.347,86 dólares, verificado em 20 de outubro.

No mercado de dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha recuavam para 2,837%, contra 2,844% na terça-feira.

O euro descia para 1,1716 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1764 dólares na terça-feira e o novo máximo de quatro anos, de 1,1865 dólares, verificado em 16 de setembro.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8