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Correio da Manhã

Economia
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Dulce Mota assume hoje presidência do Banco Montepio

Gestora assumiu em janeiro a vice-presidência do banco, vinda do ActivoBank/BCP.
Lusa 12 de Fevereiro de 2019 às 07:00
Dulce Mota assume hoje presidência do Banco Montepio
Dulce Mota assume hoje presidência do Banco Montepio
Dulce Mota assume hoje presidência do Banco Montepio
Dulce Mota assume hoje presidência do Banco Montepio
Dulce Mota assume hoje presidência do Banco Montepio
Dulce Mota assume hoje presidência do Banco Montepio
Dulce Mota assume hoje a presidência executiva do Banco Montepio, substituindo Carlos Tavares que passa a presidente não executivo ('chairman').

A gestora assumiu em janeiro a vice-presidência do banco, vinda do ActivoBank/BCP, e passa agora a presidente de forma interina, o que significa que de futuro poderá haver novamente mudanças.

Já Carlos Tavares (ex-presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e que foi ministro da Economia no Governo PSD/CDS-PP de Durão Barroso) passa a 'chairman', acabando assim com a acumulação de cargos que dura há quase um ano e a qual o Banco de Portugal (BdP) vinha avisando que não podia continuar.

A escolha dos responsáveis máximos do Montepio vem passando por dificuldades desde o ano passado. Em agosto foi noticiado que o grupo Montepio enviou para o BdP um pedido provisório de avaliação da idoneidade de Álvaro Nascimento para presidente não executivo ('chairman').

Contudo, o professor da Universidade Católica e ex-presidente não executivo da Caixa Geral de Depósitos (2013 a 2016) não teria o apoio de Tomás Correia, presidente da Associação Mutualista Montepio Geral (dona do Banco Montepio), depois de ter sido conhecido que criticou a gestão da mutualista.

Já no final do ano passado foi noticiado que João Ermida foi proposto para 'chairman' do Montepio.

Segundo o jornal Público, que avançou a semana passada com a notícia da ida de Dulce Mota para presidente, o Banco de Portugal não concedeu o registo de idoneidade a João Ermida por não cumprir o critério de ter experiência recente na atividade bancária, uma vez que nos últimos dez anos não esteve diretamente a trabalhar na banca.

O pedido de autorização de João Ermida para 'chairman', junto do Banco de Portugal, foi substituído por um pedido de autorização para exercer a função de administrador não executivo.
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