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William e Kate Middleton quebram o silêncio sobre escândalo Epstein: "Profundamente preocupados"

As declarações surgem numa altura em que foram divulgados novos ficheiros sobre a rede do predador sexual e que envolvem o ex-príncipe André.

09 de fevereiro de 2026 às 12:13
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William e Kate Middleton quebram o silêncio sobre escândalo Epstein: 'Profundamente preocupados'

O príncipe William e Kate Middleton abordaram pela primeira vez o escândalo em torno de Jeffrey Epstein, assumindo estar "profundamente preocupados" com as revelações que continuam a surgir. O príncipe e a princesa de Gales sublinharam ainda que os seus "pensamentos permanecem focados nas vítimas" do financista norte-americano.

A posição do casal foi transmitida esta manhã através de um porta-voz do Palácio de Kensington, em Riade, numa altura em que William se encontrava a viajar para uma visita oficial à Arábia Saudita. "Posso confirmar que o príncipe e a princesa de Gales estão profundamente preocupados com as revelações contínuas. Os seus pensamentos continuam focados nas vítimas", afirmou o porta-voz aos jornalistas.

Recorde-se que em outubro, o rei Carlos e a rainha Camilla tornaram-se os primeiros membros sénior da família real a manifestar apoio explícito às vítimas, sublinhando que os seus pensamentos e a sua "mais profunda simpatia" estariam sempre com todos os que sofreram abusos.

A intervenção de William e Kate surge em contraste com a postura do príncipe André cuja ligação a Epstein tem sido alvo de forte escrutínio. O antigo duque de York nunca expressou publicamente simpatia pelas vítimas e, segundo várias fontes, chegou mesmo a recusar-se a assinar comunicados de apoio. André perdeu os seus títulos e privilégios reais após o escândalo e continua a negar as acusações de que é alvo.

O caso voltou a ganhar força depois da divulgação de novos ficheiros ligados a Epstein pelo Departamento de Justiça dos EUA, que levantam mais dúvidas sobre a versão apresentada por André na famosa entrevista ao programa Newsnight, da BBC. O príncipe afirmou na altura que teria cortado relações com o predador sexual em 2010, durante uma visita a Nova Iorque, mas os documentos agora conhecidos sugerem que permaneceu na mansão de Epstein durante cerca de nove dias e que houve contactos e encontros organizados durante esse período.

Na semana passada, também o príncipe Eduardo se pronunciou ao ser questionado sobre o tema durante a Cimeira Mundial de Governos, no Dubai: "Acho que é realmente importante lembrar sempre as vítimas e quem são as vítimas em tudo isto", disse.

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