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Israel intensifica ataques no Líbano

Telavive bombardeia de novo o Sul do Líbano depois de ter ordenado a evacuação de sete localidades. Netanyahu acusa Hezbollah de estar a “desintegrar o cessar-fogo”.

27 de abril de 2026 às 01:30

O prolongamento do cessar-fogo por três semanas, entre Israel e o Líbano, anunciado na passada quinta-feira por Donald Trump, continua a não ser respeitado. Este domingo, as forças de defesa de Telavive mais um aviso de evacuação aos residentes de sete cidades a norte do rio Litani, devido a alegadas violações por parte do Hezbollah. O Hezbollah tem atacado o norte de Israel sob o mesmo pretexto. Aparentemente, o exército israelita quer alargar e consolidar posições no sul do Líbano, naquilo que designa por faixa amarela, ou linha se segurança, para evitar ataques do grupo xiita, aliado do Irão, junto à fronteira entre os dois países. Na prática, o objetivo é a conquista de território e a instalação futura de colonatos, a exemplo do que se passa no território palestiniano da Cisjordânia.

Teerão, e a comunidade internacional de um modo geral, entende que o cessar-fogo em vigor entre os EUA e Irão inclui o Líbano, mas o primeiro-ministro israelita entende o contrário e continua a operação militar em solo libanês.

A questão libanesa é um dos pontos que o Irão quer ver incluído num futuro acordo de paz com os EUA, nomeadamente a saída das tropas israelitas da região.

Presidente rejeita pedido de indulto 

O Presidente israelita sugeriu este domingo ao primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que chegue a um acordo com a justiça nos casos que enfrenta por corrupção, antes de decidir um eventual perdão pedido pelo chefe do Governo. “Isaac Herzog acredita que chegar a um acordo entre as partes nos casos do primeiro-ministro é uma solução adequada e correta”, sustentou o gabinete da Presidência, em comunicado, o que indica que um eventual perdão está afastado no curto prazo. Netanyahu, que enfrenta acusações em três processos por crimes como fraude e recebimento de subornos, nega as acusações e fala em perseguição política.

Paquistão alivia segurança 

As autoridades de Islamabad começaram este domingo a levantar as medidas de segurança im- postas nos últimos dias, na expectativa de uma nova ronda de contactos entre Washington e Teerão que, afinal, não se concretizou. As negociações previstas para o fim de semana foram suspensas, mas ainda se mantêm algumas restrições na chamada Zona Vermelha. 

E TAMBÉM

“Retórica ameaçadora”

O Presidente do Irão questionou o empenho dos EUA nas negociações para travar a guerra no Médio Oriente, criticando a “retórica ameaçadora” de Washington, durante uma conversa telefónica com o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, a quem agradeceu pelo apoio às conversações de paz em Islamabad.

Haitsam bin Tariq

O sultão de Omã apelou ao ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros para “priorizar o diálogo e a diplomacia”, após o impasse nas negociações no Paquistão.

Estreito de Ormuz

“Controlar o estreito de Ormuz e manter o consequente efeito dissuasor sobre os Estados Unidos e os seus aliados na região é uma estratégia definitiva da República Islâmica do Irão”, defendeu a Guarda Revolucionária.

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