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Canadá vê G7 unido pela reabertura do estreito de Ormuz

Para o representante canadiano, o bloqueio de Ormuz "é uma questão complexa com impactos secundários significativos".

19 de maio de 2026 às 09:57

O ministro das Finanças do Canadá, Jean-Philippe Champagne, declarou esta terça-feira que o G7 (países mais industrializados do mundo) está unido pela reabertura do estreito de Ormuz contra a crise económica e a defender o fim das hostilidades.

Em Paris, no segundo e último dia da reunião dos ministros das Finanças do grupo composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, Champagne destacou a situação no Médio Oriente como ponto a incluir no comunicado final da cimeira.

Para o representante canadiano, o bloqueio de Ormuz - a reação do Irão aos ataques de Estados Unidos e de Israel, iniciados em 28 de fevereiro - "é uma questão complexa com impactos secundários significativos".

Além dos efeitos óbvios sobre os preços do petróleo e do gás, Champagne referiu consequências para a segurança alimentar, pois os preços dos fertilizantes dispararam, uma vez que o golfo Pérsico é uma das principais regiões produtoras.

Champagne descreveu "importantes discussões" entre os ministros do G7 no primeiro dia do evento sobre como garantir o fornecimento de minerais críticos num mundo "cada vez mais complexo e volátil", abordando também a escassez de hélio, importante para os semicondutores.

Brasil, Índia, Coreia do Sul e Quénia são quatro países convidados pelo G7, assim como Qatar, Emirados Árabes Unidos e Síria, após convite feito à Ucrânia, na segunda-feira.

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