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Jornalista libanesa Amal Khalil foi morta em ataque israelita no sul do Líbano

Outra jornalista também ficou ferida em ataque israelita naquela localidade.

22 de abril de 2026 às 23:35

A jornalista libanesa Amal Khalil foi "morta na sequência de um ataque aéreo" israelita esta quarta-feira em al-Tiri, no sul do Líbano, anunciou a Defesa Civil, uma morte confirmada também pelo jornal Al-Akhbar, onde trabalhava.

As equipas que realizavam buscas com o exército libanês e a Cruz Vermelha, após um ataque israelita naquela localidade e onde também ficou ferida outra jornalista "conseguiram recuperar o corpo da jornalista mártir Amal Khalil", anunciou o gabinete de imprensa da Defesa Civil.

"A nossa colega Amal Khalil caiu como mártir enquanto cumpria o seu dever jornalístico", publicou por sua vez o seu jornal no Telegram.

"As nossas colegas Amal Khalil e Zeinab Faraj foram feridas na sequência do ataque israelita que tinha como alvo a cidade de al-Tiri", declarou o meio de comunicação social para onde trabalhavam.

Um responsável da Cruz Vermelha libanesa tinha anteriormente declarado à agência de notícias francesa AFP que "Zeinab Faraj conseguiu ser socorrida", mas que a sua equipa teve de se retirar "devido a disparos de aviso", sem conseguir alcançar Amal Khakil.

Jornalistas no local relataram que após várias horas e contactos com a Força de Paz da ONU no Líbano (Finul), paramédicos, escoltados pelo exército libanês e acompanhadas por uma escavadora para remover os escombros, conseguiram entrar na localidade para procurar Amal Khalil.

Correspondente experiente do média libanês Al-Akhbar, Amal Khalil cobriu o sul do Líbano durante o atual conflito entre o Hezbollah pró iraniano e Israel, tal como na anterior guerra de 2023 e 2024.

Ela trabalhava frequentemente com a fotógrafa independente Zeinab Faraj.

Por seu lado, o exército israelita afirmou ter "identificado dois veículos no sul do Líbano que saíram de uma estrutura militar utilizada pelo Hezbollah", e que atingiu um deles, "após identificar indivíduos a violar os acordos de cessar-fogo e representando uma ameaça iminente".

Entretanto os Estados Unidos da América apelaram esta quarta-feira aos seus cidadãos no Líbano para abandonarem o país na véspera das negociações com Israel.

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