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Jorge Pinto promete "campanha diferente" e garante que concorre para vencer

No primeiro dia de campanha eleitoral, Jorge Pinto foi ao Mercado Municipal de Angeiras, em Matosinhos.

04 de janeiro de 2026 às 14:49

O candidato presidencial Jorge Pinto prometeu estedomingo uma "campanha diferente", com uma nova mensagem, para ser a "boa surpresa" destas eleições e afirmou que concorre com o objetivo de ser eleito Presidente da República.

No primeiro dia de campanha eleitoral, Jorge Pinto foi ao Mercado Municipal de Angeiras, em Matosinhos, onde, em declarações aos jornalistas, anteviu que a sua volta pelo país será diferente, com uma nova forma de comunicar, mensagens diferentes das habituais e disponibilidade para ouvir as pessoas "como elas merecem".

"Fazer a campanha de maneira diferente hoje em dia é ouvir as pessoas como elas devem ser ouvidas, é falar com elas, falar à sua inteligência como elas merecem e não é menosprezar o eleitorado, não é, sobretudo, tratar o eleitorado como se fossem incompetentes ou como se fossem apenas peões num grande jogo político que apenas os políticos podem jogar", defendeu.

Depois de este sábado ter dito que será a "boa surpresa" destas eleições, o candidato presidencial reiterou a mensagem, explicando que concorre com o objetivo de "ser Presidente da República" porque os portugueses merecem um chefe de Estado que "faz política de uma maneira diferente".

"Eu estou muito cansado e acredito que os portugueses estão muito cansados de ouvir este discurso mais do mesmo e de que aquilo que é diferente, aquilo que dá audiências, aquilo que dá popularidade é trazer o ódio, trazer a agressão, berrar, falar mais alto. Eu não falo muito alto, eu não gosto de berrar, eu gosto de falar às pessoas diretamente para que elas possam ouvir", disse.

As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026. A campanha eleitoral arranca este domingo e decorre até 16 de janeiro.

Concorrem às presidenciais 11 candidatos, um número recorde. Caso nenhum deles consiga mais de metade dos votos validamente expressos, realizar-se-á uma segunda volta a 08 de fevereiro entre os dois mais votados.

Os candidatos são Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo Chega) e o músico Manuel João Vieira.

Esta é a 11.ª eleição, em democracia, desde 1976, para o Presidente da República.

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