OpenAI processada por tiroteio numa escola no Canadá

Oito pessoas morreram no ataque, um dos tiroteios mais mortais na história do Canadá.

11 de março de 2026 às 14:35
OpenAI Foto: Peter Morgan/AP
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Maya Gebala, de 12 anos, foi atingida no pescoço e na cabeça num tiroteio em massa numa escola no Canadá, a 10 de fevereiro.  Segundo a BBC, a família da vítima está a processar o ChatGPT- OpenAI e afirma que o chatbot sabia que o suspeito estava a planear o ataque e que não avisou as autoridades.

A conta inicial no ChatGPT de Jesse Van Rootselaar, autor do ataque, foi banida pela OpenAI em junho de 2025 pela natureza violenta das conversas. No processo é explicado que o suspeito de 18 anos viu o chatbot como um “confidente de confiança” e que lhe confessou vários cenários que envolviam violência com armas. A polícia canadiana não foi notificada porque segundo a OpenAI não atingiu o limiar de um plano iminente para causar danos físicos graves a terceiros.

A empresa de inteligência artificial garante que está empenhada em fazer "mudanças significativas" para prevenir tragédias futuras e implementou medidas como estabelecer ponto contacto direto com a polícia do Canadá para rapidamente comunicarem num caso semelhante. A companhia garante ainda que está a apostar na ajuda de especialistas em saúde mental e comportamento para avaliar casos e definir critérios de encaminhamento para as autoridades.

Oito pessoas morreram no ataque que é considerado um dos mais mortais da história do Canadá. Maya Gebala continua hospitalizada. 

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