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Estudo conclui que fazer sexo regularmente diminui os sintomas de doentes com Parkinson

A atividade sexual está associada a uma redução dos sintomas e a uma progressão mais lenta da doença, essencialmente nos homens.
Correio da Manhã 8 de Julho de 2019 às 15:29
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Manter uma vida sexual ativa pode ajudar a aliviar os sintomas da doença de Parkinson e a melhorar a qualidade de vida. A conclusão é de um estudo realizado a 355 pacientes, citado pelo jornal britânico Daily Mail, que avaliou pacientes nos primeiros estágios da doença de Parkinson.

Os investigadores concluiram que os pacientes que mantiveram uma vida sexual ativa relataram menos problemas motores e menores momentos de depressão ao longo do estudo realizado pela Universidade de Salerno, em Itália, e pelo Imperial College London. 

Embora o estudo não tenha provado que o sexo ajuda a que surjam menos sintomas da doença, os pesquisadores afirmam estar claro que a atividade sexual está associada a uma redução dos sintomas e a uma progressão mais lenta da doença, essencialmente nos homens.

Tendo em conta os resultados obtidos, os autores do grupo de estudo PRIAMO sugerem que os médicos que tratam pacientes com doença de Parkinson devem fazer questões associadas à sua vida sexual.  

Segundo o Daily Mail, cerca de uma em 500 pessoas no Reino Unido sofre de doença de Parkinson. Não há cura para a doença, mas existem vários medicamentos e fisioterapia que ajudam a diminuir os sintomas e a abrandar o avanço da doença.  

Fazer exercício físico ajuda também positivamente as pessoas diagnotistcadas com Parkinson. Várias pesquisas sugerem também que o sexo pode ajudar a melhorar o sistema imunológico, reduzir a pressão sanguínea e aumentar a expetativa de vida.    

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