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Fóssil humano mais antigo das Américas sobreviveu ao fogo do museu do Rio

Diretor anuncia que todo o crânio de ‘Luzia’ foi encontrado nas ruínas do edifício do Museu Nacional do Brasil.
20 de Outubro de 2018 às 13:39
Crânio de 'Luzia' estava em exposição no Museu Nacional do Brasil
Crânio de 'Luzia' estava em exposição no Museu Nacional do Brasil
Crânio de 'Luzia' estava em exposição no Museu Nacional do Brasil
Crânio de 'Luzia' estava em exposição no Museu Nacional do Brasil
Crânio de 'Luzia' estava em exposição no Museu Nacional do Brasil
Crânio de 'Luzia' estava em exposição no Museu Nacional do Brasil
Crânio de 'Luzia' estava em exposição no Museu Nacional do Brasil
Crânio de 'Luzia' estava em exposição no Museu Nacional do Brasil
Crânio de 'Luzia' estava em exposição no Museu Nacional do Brasil

O diretor do Museu Nacional do Brasil, Alexander Kellner, veio a público na última sexta-feira, 19 de outubro, para informar que todo o crânio do fóssil humano mais antigo das Américas, chamado de ‘Luzia’, foi encontrado nas ruínas do prédio.

O fóssil está em pedaços e sofreu alguns danos, mas os investigadores afirmam que cerca de 80% dos fragmentos já foram identificados e estão em local preservado, avança o portal G1.

‘Luzia’ tem entre 12 mil e 500 e 13 mil anos e é um vestígio da primeira população do continente americano. Os investigadores encontraram o esqueleto da mulher, que tinha entre 20 e 24 anos quando morreu, na cidade de Pedro Leopoldo, no Estado Minas Gerais, no Brasil.

Os ossos eram parte do acervo do Museu Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, que ardeu no último dia 2 de setembro. A procura pelo fóssil de ‘Luzia’ faz parte das obras emergenciais após o incêndio, que devem seguir até fevereiro do próximo ano.

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