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Juíza federal de EUA proíbe divulgação de relatório sobre documentos confidenciais levados por Trump

Aileen Cannon aceitou um pedido do Presidente para manter em segredo o relatório da investigação criminal.

23 de fevereiro de 2026 às 16:53

Uma juíza federal norte-americana proibiu, esta segunda-feira, permanentemente a divulgação de um relatório do procurador especial Jack Smith sobre a acumulação de documentos confidenciais pelo Presidente, Donald Trump, na sua residência de Mar-a-Lago, na Florida.

A juíza distrital Aileen Cannon, nomeada para o cargo por Trump, aceitou um pedido do Presidente republicano para manter em segredo o relatório de uma investigação criminal que foi, em tempos, considerada um risco jurídico significativo para o atual chefe de Estado norte-americano.

Jack Smith e a sua equipa redigiram um relatório em dois volumes sobre as investigações relativas às iniciativas de Donald Trump para reverter o resultado das eleições presidenciais de 2020, que perdeu para o democrata Joe Biden, e sobre a retenção de documentos confidenciais na sua propriedade em Palm Beach, na Florida, depois de deixar a Casa Branca no final do primeiro mandato, em janeiro de 2021.

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