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Medicamento da Bial para Parkinson aprovado nos EUA

Fármaco já tinha sido aprovado pela autoridade regulamentar europeia em 2016.

27 de abril de 2020 às 15:11

O medicamento para a doença de Parkinson da Bial ONGENTYS foi aprovado pelo regulador do mercado farmacêutico norte-americano Food and Drug Administration (FDA) e deverá começar a ser comercializado naquele território até ao final do ano. 

Em comunicado, a Bial avança esta segunda-feira que esta era a "aprovação essencial" para iniciar a comercialização do medicamento ONGENTYS (Opicapona) nos Estados Unidos da América (EUA).

Em fevereiro de 2017, a Bial e a farmacêutica Neurocrine Biosciences, Inc. assinaram um contrato de licenciamento exclusivo para o desenvolvimento e comercialização na América do Norte da Opicapona, prevendo-se agora que o seu lançamento seja até ao final deste ano.

Este fármaco, que é o segundo medicamento de investigação da Bial para o Parkinson, já tinha sido aprovado pela autoridade regulamentar europeia em 2016, estando, desde então, disponível no Reino Unido, Alemanha, Espanha, Itália e Portugal.

Em declarações à Lusa, António Portela, diretor executivo da Bial, afirmou que este é "um marco importante" para a farmacêutica.

"Ao termos o segundo medicamento português nos EUA, esperamos que possa ter um impacto muito grande em termos de faturação para a empresa e que isso nos permita continuar a investir nos nossos projetos de investigação e desenvolvimento", realçou.

Segundo António Portela, a parceira farmacêutica norte-americana previa lançar o ONGENTYS para o mercado entre maio e junho, no entanto, "as circunstâncias da covid-19 não vão permitir".

"Eles querem lançar até ao final do ano, mas vai tudo depender da evolução da situação", frisou.

Além dos EUA, António Portela adiantou à Lusa que a farmacêutica prevê lançar o medicamento na Suíça, Áustria e países nórdicos, mas que tudo dependerá da evolução da covid-19.

Paralelamente, a Bial prevê também que, no final do ano, o medicamento seja lançado na Coreia do Sul e no Japão, onde aguarda ainda a aprovação das autoridades para que o fármaco possa estar disponível no mercado.

A farmacêutica portuguesa, que aloca, em média, "mais de 20% da sua faturação anual à Inovação e Desenvolvimento", tem atualmente filiais em nove países e vende os seus medicamentos para mais de 50, sobretudo na Europa, África e América.

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