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Correio da Manhã

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Trump envia mais tropas para o Golfo

EUA vão enviar mais mil militares para a região após ataques contra petroleiros.
Ricardo Ramos 19 de Junho de 2019 às 09:09
Pentágono divulgou novas imagens que, alegadamente, provam envolvimento do Irão no ataque aos petroleiros
Um dos navios atacados
Iranianos retiram bomba que não explodiu
Buraco aberto por bomba no casco
Pentágono divulgou novas imagens que, alegadamente, provam envolvimento do Irão no ataque aos petroleiros
Um dos navios atacados
Iranianos retiram bomba que não explodiu
Buraco aberto por bomba no casco
Pentágono divulgou novas imagens que, alegadamente, provam envolvimento do Irão no ataque aos petroleiros
Um dos navios atacados
Iranianos retiram bomba que não explodiu
Buraco aberto por bomba no casco
Os EUA vão enviar mais mil militares para a região do golfo Pérsico na sequência do "comportamento hostil" do Irão, que Washington acusa de estar por trás dos recentes ataques contra petroleiros. Donald Trump insiste que não quer uma guerra com o Irão, mas recusa afastar essa possibilidade.

Questionado esta terça-feira pela revista 'Time' sobre se admitia atacar o Irão para impedir o país de ter armas nucleares ou para garantir a liberdade de navegação no Golfo, Trump respondeu de forma sugestiva: "Partiria certamente para a guerra para impedir o Irão de ter armas nucleares. Quanto à outra questão é um ponto de interrogação", afirmou, mantendo a dúvida sobre uma possível ação armada.

Este é o segundo reforço militar ordenado por Trump nas últimas semanas, depois do envio para a região de um porta- -aviões e de um outro contingente de 1500 militares, em maio. Os EUA enviaram também um esquadrão de bombardeiros estratégicos B-2 e baterias antimíssil Patriot para proteger as suas bases.

O Pentágono, que na segunda-feira divulgou novas imagens que, alegadamente, provam o envolvimento de forças iranianas no ataque aos petroleiros, diz que o reforço visa proteger as tropas e interesses dos EUA na região, mas a Rússia considerou esta terça-feira que se trata de uma atitude "provocatória". "Estas ações são uma tentativa deliberada para provocar uma guerra", acusou o vice-MNE, Sergey Ryabkov.
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