Vamos ser claros: Jorge Coelho representa um mundo do qual não gosto e acho prejudicial: o mundo das pequenas alianças, da tribo, do clube. Não sei se Jorge Coelho era maçom ou Opus Dei, mas sei que era PS. Poderia ser PSD: era homem de poder, hábil, afável, uma inteligência simultaneamente alerta e plácida. E, mesmo quem como eu não o conheceu sabe, um homem de quem era fácil gostar.
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Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
Governo algum é responsável pelas intempéries súbitas, apenas pelo modo como lhes reage
Este povo de onze milhões consome sozinho um quinto do bacalhau mundial.
Cada um vota com a razão, mas também com o coração.
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