No jornal ‘La Provence’ desta quarta-feira, uma curiosa notícia sobre o modo como em 1860 o pintor Paul Cézan ne se safou da tropa, então obrigatória. Perdemos um guerreiro, ganhámos um génio do impressionismo. Não foi má troca, creio.
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Para combater as outras narrativas, o melhor ainda é recuperar uma velha narrativa.
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Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
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