E voltámos ao tempo em que se fecham serviços para melhorar serviços, se tem menos Estado para ter melhor Estado, uma mulher dizer ao marido que está com dores de cabeça é prova de desejo. Já tinha saudades. E as marcações no atendimento nos serviços desaparecem, obviamente para servir melhor. É bonito e solidário: não podendo acabar com as filas intermináveis dos imigrantes, vamos todos passar a estar de novo em filas intermináveis. “Quem chega primeiro é atendido primeiro.” Dizem que é para acabar com o absentismo dos funcionários. Como se atender com marcação impedisse o funcionário de atender presencialmente quem fez a marcação para uma reunião… presencial.
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Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Para combater as outras narrativas, o melhor ainda é recuperar uma velha narrativa.
Quando há dias o Sporting recuperou de três secos na Noruega, comovi-me.
Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
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