É uma velha anedota, mas como já ninguém se deve lembrar dela vou fingir que é minha. Havia em tempos num bar mal frequentado do Cais do Sodré um homenzinho pequenino, que tinha sido adotado pelos malandros, e que tinha por alcunha “o marreco”, pois era projecionista num cinema ‘piolho’ da Baixa.
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Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Para combater as outras narrativas, o melhor ainda é recuperar uma velha narrativa.
Quando há dias o Sporting recuperou de três secos na Noruega, comovi-me.
Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
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